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Artigos sobre "alteridade"
Temáticas
Vol 9 No. 17 (2026)
Las ngäd’i-dokwe: disrupciones rituales, cuerpos alterados y alteridades corporales en el mundo otomí
- Carlos Arturo Hernández Dávila
Entre los otomíes de la Huasteca es el zithū (diablo, "devorador de los nombres"), también llamado mpøhø, "el rico" o "mestizo", quien preside el complejo festivo del carnaval. En el mismo, encontramos personajes como las "damas" (en otomí, xumphø), hombres travestidos de mujeres que encarnan el deseo sexual desenfrenado del juego y la fiesta. Sin embargo, existe una variante llamada las "locas" (ngäd'i, quienes son hombres que abiertamente se definen como dokwe u homosexuales), colectivo que ha irrumpido en las celebraciones, promoviendo nuevas estéticas en los carnavales huastecos. Este texto pretende abordar las reflexiones en torno a estas ngäd'i-dokwe desde un enfoque que describe la transitoriedad inestable de estos cuerpos sexuados, en su constante devenir entre el mundo otomí y el mundo mestizo.
Discrepancias
Vol 6 No 12 (2023)
Perspectivismo: uma teoria do ponto de vista da alteridade?
- Gabriel Luis Bourdin
- Olivia Kindl
- moderador Arturo Humberto Gutiérrez del Ángel
Palavras-chave: alteridade, virada ontológica, Perspectivismo, Philippe Descola.
Para alguns, o perspectivismo é uma revolução no pensamento antropológico, enquanto para outros ele não é uma teoria, mas está mais próximo de uma ideologia forjada ao trazer para a arena de discussão paradigmas antigos, descobertos e desatualizados que há muito foram superados.
Realidades sócio-culturais
Vol 4 No 8 (2021)
Revueltos, grijos e puchuncos: racialização, identidade e mestiçagem em uma aldeia na Costa Chica de Guerrero
- Giovanny Castillo Figueroa
Palavras-chave: alteridade, identidade, miscigenação, racialização, raça.
Este artigo apresenta uma discussão etnográfica sobre os processos de racialização, mestiçagem e construção de identidade/alteridade em Punta Maldonado (El Faro), Costa Chica, Guerrero. Primeiro, examina os conceitos de raça e racialização para entender como os atributos físicos foram usados na marcação e hierarquização das diferenças; em seguida, explora os significados de algumas categorias usadas localmente que mostram como a aparência física, especialmente o cabelo, é socialmente percebida e interpretada em El Faro. Por fim, analisa como a ideia de mistura é pensada e incorporada nas narrativas de El Faro. A ideia de mistura é pensada e incorporada nas narrativas da identidade coletiva desse lugar.




