José Luis Barrios é filósofo e historiador da arte, professor pesquisador em tempo integral na Universidad Iberoamericana, Cidade do México. Suas áreas de pesquisa e ensino são estética, política e teoria crítica da cultura. Ele é curador associado do Museo Universitario Arte Contemporáneo (MUAC). Foi curador de exposições no Museo Nacional de Arte (MUNAL), no Laboratorio de Arte Alameda e no Pavilhão Mexicano em Veneza (49 ed.). Foi diretor da influente revista Curare (2000-2008). Ele é coordenador da cadeira de pesquisa interdisciplinar “Corpo, diáspora e exclusão: estética, política e violência na modernidade globalizada”. Tem várias publicações, entre elas, Símbolo, fantasma e afeto. Seis variações do olhar sobre a arte contemporânea no México. (Ediciones de la Meseta, México, 2007); ele foi editor do livro Memória instituída, instituindo a memória; autor de O corpo dissolvido: entre o colossal e o monstruoso e O Colosso. Cartografia do terror no regime imaginário da contemporaneidade. (todos os três publicados pela Universidad Iberoamericana). Entre seus últimos ensaios sobre arte estão “AutônomoA Platonism against the grain. A propósito de una pieza de Thomas Hirschhorn”; e “Jordi Colomer en el país de Gulliver. Escala, sonho e natureza”. Ele publicou recentemente A Constelação Buñuel: Estética Naturalista no Cinema Mexicano (1950-2021).




