{"id":38992,"date":"2024-09-20T10:49:10","date_gmt":"2024-09-20T16:49:10","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=38992"},"modified":"2024-09-25T14:12:13","modified_gmt":"2024-09-25T20:12:13","slug":"gutierrez-kuhn-trayectoria-cimetatografia-mexicana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/gutierrez-kuhn-trayectoria-cimetatografia-mexicana\/","title":{"rendered":"Feixes de luz: o olhar cinematogr\u00e1fico de Luc-Toni Kuhn"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com Toni Kuhn | Beams of Light: O olhar cinematogr\u00e1fico de Toni Kuhn\" width=\"580\" height=\"326\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dddS3IXgVmk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap abstract\">Quem n\u00e3o conhece os filmes de Toni nunca viu o cinema mexicano; ele foi o segundo diretor de fotografia do M\u00e9xico a receber o Ariel de Ouro. O primeiro foi outro dos grandes nomes, Gabriel Figueroa. Toni recebeu o pr\u00eamio por sua extensa carreira como diretor de fotografia, tendo realizado mais de quarenta filmes, como <em>Crates <\/em>(Joskowicz, 1970), <em>Retorno a Aztl\u00e1n <\/em>(Mora Catlett, 1990)<em>A tarefa <\/em>(Hermosillo, 1991), <em>Mujeres insumisas <\/em>(Isaac, 1995)<em>, <\/em>entre muitos outros. Embora esse n\u00e3o seja seu \u00fanico pr\u00eamio, em 1974 ele ganhou o John Simon Guggenheim Memorial Foundation em cinema; em 1997 foi selecionado para a Oitava Bienal de Fotografia, do Centro de la Imagen, e ganhou quatro Ariels e um Heraldo pela melhor fotografia do cinema mexicano. Ele tamb\u00e9m \u00e9 membro da Academia Mexicana de Artes e Ci\u00eancias Cinematogr\u00e1ficas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com Toni Kuhn | Beams of Light: O olhar cinematogr\u00e1fico de Toni Kuhn\" width=\"580\" height=\"326\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dddS3IXgVmk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Na v\u00e9spera de uma retrospectiva na Cineteca Nacional do M\u00e9xico, em 18 de julho de 2024, sobre sua carreira cinematogr\u00e1fica, intitulada <em>Luc-Toni Kuhn, fot\u00f3grafo de cinema: \"entre dois mundos... sempre pensando em cinema\".<\/em>Tivemos a sorte de ter Toni abrindo as portas de sua casa para falar conosco sobre sua vida e carreira no que tem sido para ele os feixes de luz capturados e imortalizados em seu j\u00e1 longo trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Toni Kuhn, nascido na Su\u00ed\u00e7a, chegou ao M\u00e9xico em 1964, aos 21 anos de idade. Gra\u00e7as ao amor de seus pais pela arte e pelas imagens - eles eram pintores -, Toni tornou-se f\u00e3 e admirador da fotografia. Ele veio para o M\u00e9xico com a ideia fixa de estudar cinema. No M\u00e9xico, a imagem lhe \u00e9 revelada como uma possibilidade criativa, e ele ingressa no Centro Universitario de Estudios Cinematogr\u00e1ficos (<span class=\"small-caps\">cuec)<\/span> para iniciar seus estudos de cinema. Como criador, ele buscava originalidade, n\u00e3o repetir clich\u00eas da moda e levar ao limite as possibilidades sem\u00e2nticas e simb\u00f3licas que a realidade lhe impunha: desafiar, por meio da criatividade, o que era estabelecido pela lucrativa ind\u00fastria cinematogr\u00e1fica, que ele n\u00e3o respeitava nem aderiu. Ele sempre buscou um cinema inteligente e proativo que desafiasse as leis do status quo, das imagens convencionais. Da\u00ed um de seus primeiros longas-metragens de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, <em>Crates <\/em>(Joskowicz, 1970), realizado com Leobardo L\u00f3pez. Ao observar o filme, percebe-se que a fotografia rompe com propostas cinematogr\u00e1ficas anteriores que seguem um padr\u00e3o semelhante.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, pode-se dizer que, em retrospecto, o trabalho de Toni Kuhn \u00e9 uma continuidade e parte dessa grande tradi\u00e7\u00e3o de cineastas mexicanos, como Gabriel Figueroa, Alex Phillips, Jack Draper, Agust\u00edn Jim\u00e9nez, para citar apenas alguns. Eles foram seus professores, suas refer\u00eancias, embora n\u00e3o tenham lhe dado - como ele nos diz - um olhar visual, fotogr\u00e1fico, porque, quer voc\u00ea nas\u00e7a com isso ou n\u00e3o, \u00e9 quase um substituto para a pr\u00f3pria linguagem, para as m\u00faltiplas linguagens, que, segundo ele, aprendeu em sua Su\u00ed\u00e7a natal e que soube, de uma forma ou de outra, traduzir em imagens e capitaliz\u00e1-las com uma realidade que o M\u00e9xico lhe imp\u00f4s.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia de Toni como fot\u00f3grafo o levou a realizar maravilhas no cinema, como o filme <em>La tarea <\/em>(Hermosillo, 1991) que, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, ele filmou em dois dias, embora Toni seja conhecido na ind\u00fastria por ser detalhista e lento quando se trata de tirar suas fotos, seus closes, meditar sobre a imagem e pensar sobre as sequ\u00eancias. Em contraste com a velocidade com que ele filmou <em>La tarea<\/em>\u00e9 o excelente filme <em>El diablo y la dama <\/em>(Z\u00fa\u00f1iga, 1983): enquadramento fant\u00e1stico e atmosferas impressionantes, lentamente meditadas. Formas abstratas dadas por uma pintura original. Um estilo muito pr\u00f3prio que talvez ele explore muito mais no j\u00e1 m\u00edtico filme <em>Novia que te vea <\/em>(Schyfter, 1993), uma jornada do que \u00e9 a fotografia atrav\u00e9s da hist\u00f3ria, uma hist\u00f3ria dada por imagens, enquadramentos e a mudan\u00e7a de cor, que, como um todo, cria um estilo muito particular da vis\u00e3o de Toni sobre o cinema; uma fotografia, diz ele, que n\u00e3o \u00e9 vista; a sutileza da mensagem que escorrega para a consci\u00eancia, sem que se perceba o meio. Esse, na minha opini\u00e3o, \u00e9 o estilo de Toni Kuhn, seu crit\u00e9rio, a leveza do olhar atento do fot\u00f3grafo, um sussurro visual que envia, muito sutilmente, uma mensagem por meio da imagem. E seu estilo \u00e9 baseado na pura observa\u00e7\u00e3o das coisas, e o filme que desdobra sua imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 sua linguagem que enuncia essa observa\u00e7\u00e3o. Podemos ver isso n\u00e3o apenas em seus filmes, mas tamb\u00e9m nas fotografias que ele fez e que podem ser encontradas em v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es, como <em>A no\u00e7\u00e3o de tempo <\/em>(Kuhn, 2016), seu livro mais recente, no qual ele captura sutilmente lugares e espa\u00e7os, objetos da vida cotidiana, fotografias que datam de pelo menos 35 anos atr\u00e1s e que ele re\u00fane magistralmente neste volume.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista, Toni nos fala sobre os feixes de luz que ele capturou ao longo de seu longo trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Kuhn, Toni (2016). <em>La noci\u00f3n del tiempo. <\/em>M\u00e9xico: Tiempo imaginario.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Filmografia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Hermosillo, Jaime Humberto (director) (1991). <em>La tarea <\/em>[pel\u00edcula]. M\u00e9xico: Clasa Films Mundiales.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Isaac, Alberto (director) (1995). <em>Mujeres insumisas <\/em>[pel\u00edcula]. M\u00e9xico: Claudio Producciones\/Televicine, <span class=\"small-caps\">s.a.<\/span> de <span class=\"small-caps\">c.v.<\/span>\/Universidad de Colima\/U de G.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Joskowicz, Alfredo (director) (1970). <em>Crates <\/em>[pel\u00edcula]. M\u00e9xico: Guillermo D\u00edaz Palafox\/<span class=\"small-caps\">unam<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Mora Catlett, Juan (director) (1990). <em>Retorno a Aztl\u00e1n <\/em>[pel\u00edcula]. M\u00e9xico: Direcci\u00f3n de Actividades Cinematogr\u00e1ficas de la <span class=\"small-caps\">unam\/imcine<\/span>\/Cooperativa Jos\u00e9 Revueltas\/Fondo de Fomento a la Calidad Cinematogr\u00e1fica\/Producciones Volc\u00e1n, <span class=\"small-caps\">s.a.<\/span> de <span class=\"small-caps\">c.v.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Schyfter, Guita (directora) (1993). <em>Novia que te vea <\/em>[pel\u00edcula]<em>. <\/em>M\u00e9xico: Fondo de Fomento a la Calidad Cinematogr\u00e1fica\/Instituto Mexicano de Cinematograf\u00eda (<span class=\"small-caps\">imcine<\/span>)\/Producciones Arte Nuevo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Z\u00fa\u00f1iga, Ariel (director) (1983). <em>El diablo y la dama <\/em>[pel\u00edcula]. M\u00e9xico: Ariel Z\u00fa\u00f1iga\/Benito Perojo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Arturo Guti\u00e9rrez del \u00c1ngel<\/em> \u00e9 professor-pesquisador do Programa de Estudos Antropol\u00f3gicos do El Colegio de San Luis. Membro do Sistema Nacional de Pesquisadores (<span class=\"small-caps\">sni<\/span>) desde 2008. Sua pesquisa tem girado em torno de mitologia, religi\u00f5es e rituais. Ela se especializou em antropologia visual, particularmente na rela\u00e7\u00e3o entre fotografia, express\u00f5es pl\u00e1sticas e culturais. Trabalhou com grupos do oeste e do norte do M\u00e9xico, como os <em>wixaritari<\/em> ou o <em>na'ayari<\/em>. Publicou cinco livros como autor e seis livros como coautor, al\u00e9m de publica\u00e7\u00f5es em revistas nacionais e internacionais. Exp\u00f4s seu trabalho fotogr\u00e1fico em museus e galerias; tem 20 exposi\u00e7\u00f5es de fotografias relacionadas \u00e0 \u00c1sia, \"El instante de la mirada: 5 pa\u00edses de Asia\". <a href=\"https:\/\/orcid.org\/0000-0002-2974-1991\">https:\/\/orcid.org\/0000-0002-2974-1991<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Toni Kuhn<\/em> \u00e9 um renomado fot\u00f3grafo de cinema, v\u00eddeo e fotografia, nascido em Biel-Bienne, Su\u00ed\u00e7a, em 6 de dezembro de 1942. Toni chegou ao M\u00e9xico aos 22 anos de idade. Inicialmente, ele tinha ido ao pa\u00eds para uma estadia de tr\u00eas meses, mas permaneceu no pa\u00eds por mais de 50 anos, naturalizado mexicano. Quando crian\u00e7a, aos oito anos de idade, um parente lhe deu uma c\u00e2mera de 8 mm, que ele nunca mais largou, registrava tudo ao seu redor e, pouco a pouco, isso se tornou uma verdadeira voca\u00e7\u00e3o. Dois anos depois de sua chegada ao M\u00e9xico, Toni entrou para a <span class=\"small-caps\">cuec<\/span>apesar das dificuldades lingu\u00edsticas que enfrentou no in\u00edcio.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O trabalho de Toni Kuhn \u00e9 uma continuidade e faz parte dessa grande tradi\u00e7\u00e3o de cineastas mexicanos, como Gabriel Figueroa, Alex Phillips, Jack Draper, Agust\u00edn Jim\u00e9nez, para citar apenas alguns. Eles foram seus professores, suas refer\u00eancias, embora n\u00e3o tenham lhe dado - como ele nos diz - um olhar visual, fotogr\u00e1fico, porque, quer voc\u00ea nas\u00e7a com ele ou n\u00e3o, \u00e9 quase um substituto para a pr\u00f3pria linguagem, para as m\u00faltiplas linguagens, que, segundo ele, aprendeu em sua Su\u00ed\u00e7a natal e que soube, de uma forma ou de outra, traduzir em imagens e capitaliz\u00e1-las com uma realidade que o M\u00e9xico lhe imp\u00f4s. 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