{"id":38662,"date":"2024-03-21T10:59:19","date_gmt":"2024-03-21T16:59:19","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=38662"},"modified":"2025-06-17T12:00:24","modified_gmt":"2025-06-17T18:00:24","slug":"de-la-torre-lomnitz-entrevista-trayectoria-antropologia-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/de-la-torre-lomnitz-entrevista-trayectoria-antropologia-historia\/","title":{"rendered":"Entrevista com Claudio Lomnitz. Primeira parte: O antrop\u00f3logo intelectual"},"content":{"rendered":"<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista com Claudio Lomnitz | Parte Um: O Antrop\u00f3logo Intelectual\" width=\"580\" height=\"326\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BnNK3f2ke2I?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap abstract\">O esp\u00edrito interdisciplinar tornou-se mais uma aspira\u00e7\u00e3o e um clich\u00ea do que uma realidade, pois pouqu\u00edssimos pesquisadores o alcan\u00e7aram. Um deles \u00e9 Claudio Lomnitz Adler, professor de Antropologia da Universidade de Columbia, em Nova York, e antrop\u00f3logo renomado que desenvolveu uma extraordin\u00e1ria carreira multifacetada. Lomnitz recebeu distin\u00e7\u00f5es importantes, como o pr\u00eamio de 2015 da Associa\u00e7\u00e3o de Estudos Latino-Americanos para o Melhor Livro de Ci\u00eancias Humanas por <em>O retorno do camarada Ricardo Flores Mag\u00f3n<\/em>O Pr\u00eamio Antonio Garc\u00eda Cubas, 2006 e 2019; o convite por um ano para o Wissenschaftskolleg zu Berlin e o Pr\u00eamio da Funda\u00e7\u00e3o Alexander von Humboldt 2016, na Alemanha; bem como sua admiss\u00e3o no El Colegio Nacional em 5 de mar\u00e7o de 2021.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tive a oportunidade de entrevist\u00e1-lo em Guadalajara em 19 de abril de 2023 para <em>Encartes<\/em> Decidi concentrar a palestra em suas reflex\u00f5es sobre os desafios, dilemas e paradoxos da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento antropol\u00f3gico na interse\u00e7\u00e3o de diferentes campos e com diferentes linguagens e repert\u00f3rios. O que se destaca na entrevista \u00e9 que ela nos permite entrar nas formas de fazer ou, como Jorge Gonz\u00e1lez chamou, entrar na cozinha, n\u00e3o para descobrir as receitas, mas as maneiras pelas quais a antropologia \u00e9 preparada em di\u00e1logo com outras disciplinas e para estar presente e atual no debate p\u00fablico sobre os problemas atuais do M\u00e9xico. Esta entrevista adota uma perspectiva fenomenol\u00f3gica de sua pr\u00f3pria trajet\u00f3ria como pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<p>A obra publicada de Claudio \u00e9 vasta e abrange uma grande variedade de assuntos. Embora seja considerado um dos melhores antrop\u00f3logos mexicanos contempor\u00e2neos, ningu\u00e9m hesita em identific\u00e1-lo tamb\u00e9m como historiador. Ele \u00e9 conhecido al\u00e9m do mundo acad\u00eamico como um criador intelectual e art\u00edstico. Claudio vive em constante movimento, n\u00e3o \u00e9 daqui nem dali e, apesar de ser filho da di\u00e1spora chilena e de ter vivido nos Estados Unidos por muitos anos, seus livros e publica\u00e7\u00f5es sempre mostram que ele carrega o M\u00e9xico no fundo do cora\u00e7\u00e3o e em sua tinta. Pode-se at\u00e9 dizer que ele \u00e9 uma esp\u00e9cie de embaixador acad\u00eamico do M\u00e9xico nos Estados Unidos, primeiro como codiretor do Programa de Estudos Mexicanos da Universidade de Chicago (com o historiador da Revolu\u00e7\u00e3o Mexicana, Friedrich Katz), depois como diretor do Programa de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Chicago e diretor do Centro de Estudos de Etnia e Ra\u00e7a da Universidade de Columbia e, finalmente, como fundador e diretor do Centro de Estudos Mexicanos da mesma institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Claudio escreve livros, e n\u00e3o s\u00e3o poucos. Entre eles est\u00e3o <em>As sa\u00eddas do labirinto. Cultura e ideologia no espa\u00e7o nacional mexicano. <\/em>(1999), <em>Indian Modernity: Nine Essays on Nation and Mediation in Mexico (Modernidade Indiana: Nove Ensaios sobre Na\u00e7\u00e3o e Media\u00e7\u00e3o no M\u00e9xico) <\/em>(1999), <em>Ideia de morte no M\u00e9xico <\/em>(2006), <em>O antissemitismo e a ideologia da Revolu\u00e7\u00e3o Mexicana <\/em>(2002) y<em> O Porfiriato e a Revolu\u00e7\u00e3o na Hist\u00f3ria do M\u00e9xico: uma conversa <\/em>(2011). V\u00e1rios de seus livros receberam pr\u00eamios importantes. Lomnitz foi nomeado editor da revista acad\u00eamica&nbsp;<em>Cultura p\u00fablica. <\/em>Ele tamb\u00e9m \u00e9 colunista do jornal <em>La Jornada <\/em>e ensa\u00edsta da revista <em>Nexus, <\/em>para o qual ele escreve um ensaio mensal desde 2014 at\u00e9 o momento. Ele tamb\u00e9m se aventurou no r\u00e1dio. Como se isso n\u00e3o bastasse, com seu irm\u00e3o Alberto, ele escreveu roteiros de teatro: <em>Alberto Bulnes<\/em><a class=\"anota\" id=\"anota1\" data-footnote=\"1\">1<\/a> e a obra musical <em>A grande fam\u00edlia<\/em> (2018). Ele tamb\u00e9m recebeu o pr\u00eamio do Festival de Teatro y Artes de la Calle. Claudio pode ser descrito como um acad\u00eamico-intelectual-criador, ou seja, uma pessoa vers\u00e1til que n\u00e3o aceita classifica\u00e7\u00f5es e n\u00e3o se permite ser categorizado em temas, muito menos em estilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira parte da entrevista, falamos sobre o livro deles <em>As sa\u00eddas do labirinto. Cultura e ideologia no espa\u00e7o nacional mexicano. <\/em>(1999), que foi sua tese de doutorado e hoje \u00e9 um cl\u00e1ssico da antropologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de conhecer Claudio pessoalmente, tive a oportunidade de l\u00ea-lo em 1994. Naquela \u00e9poca, eu estava fazendo doutorado em Ci\u00eancias Sociais e meu professor Guillermo de la Pe\u00f1a compartilhou conosco o rascunho de sua tese, que mais tarde foi publicada no M\u00e9xico. Felizmente, tive a chance de apresentar sua proposta no semin\u00e1rio, ent\u00e3o a li de capa a capa. Lembro-me de que achei ousado da parte de Claudio usar um estudo antropol\u00f3gico da regi\u00e3o do estado de Morelos para questionar a vis\u00e3o psicanal\u00edtica do famoso ensaio <em>O labirinto da solid\u00e3o<\/em> de Octavio Paz (2021). Tamb\u00e9m fiquei impressionado com a ambi\u00e7\u00e3o de sua proposta metodol\u00f3gica, uma ferramenta anal\u00edtica \u00fatil para estabelecer rela\u00e7\u00f5es entre v\u00e1rias modalidades de cultura, como a distin\u00e7\u00e3o entre a cultura \u00edntima e a cultura das rela\u00e7\u00f5es sociais. Enquanto planejava o roteiro da entrevista, pensei que talvez pudesse encontrar minha resenha de leitura nos arquivos criptografados de algum computador antigo. Procurei e procurei por ela e, depois de v\u00e1rias tentativas, eu a encontrei.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ler minhas anota\u00e7\u00f5es, fiquei impressionado com a complexidade de sua proposta. \"N\u00e3o se trata de um estudo etnogr\u00e1fico t\u00edpico, no qual as hist\u00f3rias e as descri\u00e7\u00f5es falam por si mesmas. \u00c9 um tratado que prop\u00f5e um esquema te\u00f3rico relacional do funcionamento da cultura, do poder, da vida \u00edntima, das rela\u00e7\u00f5es sociais na estrutura\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o articulado como uma regi\u00e3o pelo poder, pela mem\u00f3ria e pela cultura. \u00c9 uma esp\u00e9cie de cartografia para desvendar os significados da cultura sempre em tens\u00e3o e uma reconfigura\u00e7\u00e3o na intera\u00e7\u00e3o do que ele chamou de cultura localista (ideologia das rela\u00e7\u00f5es sociais) e culturas \u00edntimas\". Ao reler minhas anota\u00e7\u00f5es, percebi que sua proposta era semelhante ao cubo de Rubik (o cubo de quadrados coloridos) que, quando girado, permite estabelecer coincid\u00eancias e sequ\u00eancias, bem como diferencia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Encontro em sua proposta um dinamismo incomum que a combina\u00e7\u00e3o de antropologia estrutural e genealogia hist\u00f3rica oferece para atender aos processos nos quais as rela\u00e7\u00f5es entre diferentes tipos de capital cultural e poder s\u00e3o articuladas e desarticuladas. Compartilho com voc\u00eas uma de minhas anota\u00e7\u00f5es que reflete minha perplexidade diante de sua proposta:<\/p>\n\n\n\n<p>\"A ideologia desempenha um papel fundamental na constru\u00e7\u00e3o da cultura das rela\u00e7\u00f5es sociais e na constru\u00e7\u00e3o da identidade do grupo fora das culturas \u00edntimas. Para abordar esse conceito, \u00e9 necess\u00e1rio detectar os pontos de tens\u00e3o e coincid\u00eancia entre as ideologias localistas e a cultura das rela\u00e7\u00f5es sociais. A ideologia localista refere-se \u00e0 reformula\u00e7\u00e3o e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o dos limites da identidade do grupo: \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica da identidade do grupo\" (De la Torre, 1994).<\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que a principal contribui\u00e7\u00e3o desse livro seja o fato de reconhecer a import\u00e2ncia do estudo antropol\u00f3gico para a compreens\u00e3o de quest\u00f5es mais amplas e decisivas, como a produ\u00e7\u00e3o do nacionalismo. Por isso, a primeira parte da entrevista oferece uma reflex\u00e3o sobre como Claudio - enquanto jovem doutorando - concebeu essa elaborada proposta te\u00f3rico-metodol\u00f3gica, t\u00e3o incomum nas tend\u00eancias indutivas e descritivas da antropologia cl\u00e1ssica. Quais foram suas influ\u00eancias? Como ele a concebeu? E, quase 30 anos depois, o que ele pensa sobre seu pr\u00f3prio trabalho?<\/p>\n\n\n\n<p>Outro foco da entrevista foi a contribui\u00e7\u00e3o de Claudio como intelectual na esfera social mais ampla. H\u00e1 alguns anos, ele escreveu um artigo na revista <em>Links<\/em> no qual ele nos incentivou, a n\u00f3s acad\u00eamicos, a sair de nossos cub\u00edculos e comunidades de significado restrito e a fazer um esfor\u00e7o para acessar e influenciar o debate p\u00fablico. Essa faceta de Claudio como pesquisador e intelectual \u00e9 pouco exercida por acad\u00eamicos, especialmente antrop\u00f3logos, que se mant\u00eam em linguagens e comunidades de significado restrito. O denominador comum da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o sabe o que \u00e9 um antrop\u00f3logo, muito menos para que ele pode ser \u00fatil. Acredito at\u00e9 que muitos antrop\u00f3logos n\u00e3o t\u00eam clareza sobre o valor de sua produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e como ela influencia a sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista, Lomnitz compartilha o que o incentiva a sair dos limites confort\u00e1veis das comunidades acad\u00eamicas. Um dos t\u00f3picos discutidos foi o papel de destaque desempenhado pelos antrop\u00f3logos na primeira parte do s\u00e9culo XX. <span class=\"small-caps\">xx<\/span> O antrop\u00f3logo n\u00e3o figura como o analista social contempor\u00e2neo, embora as transi\u00e7\u00f5es e mudan\u00e7as culturais que est\u00e3o ocorrendo atualmente pudessem ser melhor compreendidas a partir de abordagens culturais fenomenol\u00f3gicas, e n\u00e3o apenas a partir de perspectivas economicistas. O antrop\u00f3logo n\u00e3o figura como o analista social contempor\u00e2neo, embora as transi\u00e7\u00f5es e mudan\u00e7as culturais que est\u00e3o ocorrendo atualmente possam ser mais bem compreendidas a partir de abordagens culturais fenomenol\u00f3gicas, e n\u00e3o apenas a partir de perspectivas econ\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, retomando seu famoso livro sobre a antropologia dos mortos e da morte, ele falou sobre a genealogia hist\u00f3rica da inven\u00e7\u00e3o da identidade mexicana ligada \u00e0 morte, mas tamb\u00e9m refletiu sobre o que seu trabalho e a antropologia em geral t\u00eam a dizer para entender culturalmente os problemas ligados \u00e0s culturas da morte. Ele reconhece que o M\u00e9xico est\u00e1 experimentando uma viol\u00eancia desencadeada por novos rituais e simboliza\u00e7\u00f5es da morte, nos quais, por um lado, a morte \u00e9 caricaturada e transformada em espet\u00e1culo e, por outro, abundam o feminic\u00eddio e os desaparecimentos for\u00e7ados, o que a antrop\u00f3loga Rossana Reguillo (2021), retomando Achille Mbembe, definiu como necropol\u00edtica (morte da popula\u00e7\u00e3o programada pelo Estado). Na entrevista, Lomnitz traz a cultura da morte para o presente para refletir sobre as maneiras pelas quais, a partir da tradi\u00e7\u00e3o acumulada e apropriada, os habitantes podem simbolizar, mitologizar e ritualizar a morte e seus mortos diante da situa\u00e7\u00e3o de extrema viol\u00eancia que vivemos atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro t\u00f3pico que discutimos foi a dificuldade de combinar na pr\u00e1tica a criatividade com o rigor acad\u00eamico. Claudio fala sobre a experi\u00eancia de colaborar com seu irm\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o de uma pe\u00e7a de teatro na qual ele contribuiu com o roteiro hist\u00f3rico baseado em pesquisas anteriores. Embora possa parecer f\u00e1cil, na pr\u00e1tica \u00e9 um exerc\u00edcio que exige negocia\u00e7\u00f5es entre formas de escrever, entre flu\u00eancia e as exig\u00eancias descritivas da antropologia ou as exig\u00eancias contextuais da hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, ele tamb\u00e9m mencionou a import\u00e2ncia de dialogar com outras disciplinas, como foi o exerc\u00edcio que deu origem ao seu livro mais recente, \"The Future of the European Union\". <em>O jurista e o antrop\u00f3logo. Conversas baseadas na curiosidade <\/em>(2022), na qual ele conversa com Jos\u00e9 Ram\u00f3n Coss\u00edo sobre as diferentes formas de entender, interpretar e nomear o mundo em que vivemos. Na palestra, Claudio compartilha conosco o que a antropologia tem a aprender com o mundo jur\u00eddico e o que ensinar aos advogados para que eles possam legislar de forma diferente ou entender a lei. O di\u00e1logo requer n\u00e3o apenas o compartilhamento de conhecimento, mas tamb\u00e9m a aceita\u00e7\u00e3o da ignor\u00e2ncia como fonte de curiosidade para conhecer o outro. Neste trabalho, h\u00e1 uma mudan\u00e7a de atitude que parece necess\u00e1ria para ampliar o conhecimento acad\u00eamico, e \u00e9 por isso que discutimos essa atitude e suas qualidades ou virtudes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Lomnitz, Claudio (1999). Las salidas del laberinto. Cultura e ideolog\u00eda en el espacio nacional mexicano. M\u00e9xico: Planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (1999). Modernidad indiana. Nueve ensayos sobre naci\u00f3n y mediaci\u00f3n en M\u00e9xico. M\u00e9xico: Planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2002). El antisemitismo y la ideolog\u00eda de la Revoluci\u00f3n mexicana. M\u00e9xico: <span class=\"small-caps\">fce<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2006).&nbsp;Idea de la muerte en M\u00e9xico. M\u00e9xico: <span class=\"small-caps\">fce<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 y Friedrich Katz (2011). El porfiriato y la Revoluci\u00f3n en la historia de M\u00e9xico. Una conversaci\u00f3n. M\u00e9xico: Era.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 Alberto Lomnitz y Leonardo Soqui (2018). La gran familia (1\u00aa ed.). M\u00e9xico: Universidad Aut\u00f3noma Metropolitana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 y Jos\u00e9 Ram\u00f3n Coss\u00edo (2022). El jurista y el antrop\u00f3logo. Conversaciones desde la curiosidad. M\u00e9xico: Debate.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Reguillo, Rossana (2021). Necrom\u00e1quina. Cuando morir no es suficiente. M\u00e9xico: <span class=\"small-caps\">ned\/iteso<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Paz, Octavio (2021). El laberinto de la soledad. M\u00e9xico: <span class=\"small-caps\">fce<\/span>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Ren\u00e9e de la Torre Castellanos<\/em> possui um Ph.D. em Antropologia Social pela Universidade de <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span> e a Universidade de Guadalajara. Membro da <span class=\"small-caps\">sni<\/span> n\u00edvel <span class=\"small-caps\">iii<\/span>e da Academia Nacional de Ci\u00eancias. Ela \u00e9 professora de pesquisa na <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span> Occidente, em Guadalajara, M\u00e9xico. Ela \u00e9 cofundadora da Rede de Pesquisadores do Fen\u00f4meno Religioso no M\u00e9xico (<span class=\"small-caps\">rifrem<\/span>). Durante sua carreira de pesquisador, ele se dedicou ao estudo da diversidade religiosa no M\u00e9xico; ao estudo de novos movimentos religiosos; ao surgimento de espiritualidades alternativas, como a <em>nova era<\/em> e neo-mexicano e, mais recentemente, pesquisou a din\u00e2mica da transnacionaliza\u00e7\u00e3o das dan\u00e7as rituais astecas e da religiosidade popular. Ele apresentou mais de uma d\u00fazia de exposi\u00e7\u00f5es de fotografias etnogr\u00e1ficas. Suas publica\u00e7\u00f5es mais recentes incluem o livro <em>Varia\u00e7\u00f5es latino-americanas do <\/em>nova era. M\u00e9xico: <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span>, 2013 (traduzido para o ingl\u00eas) <em>Nova Era na Am\u00e9rica Latina. Varia\u00e7\u00f5es populares e apropria\u00e7\u00f5es de etnias<\/em>Brill, 2016). Ela \u00e9 autora de \"Ultra-baroque Catholicism: Multiplied Images and Decentered Religious Symbols\", S<em>b\u00fassola social <\/em>(2016); e coautor dos seguintes artigos: \"Routes et sens postcoloniaux de la transnationalisation religieuse\", <em>N\u00edvel Mundial<\/em> (2016); Estudos religiosos na Am\u00e9rica Latina, <em>Revis\u00e3o Anual de Sociologia<\/em> (2016); \"The temazcal: a pre-Hispanic ritual transculturalised by alternative spiritual networks\" [O temazcal: um ritual pr\u00e9-hisp\u00e2nico transculturalizado por redes espirituais alternativas], <em>Ci\u00eancias Sociais e Religi\u00e3o<\/em> (2016) e \"Religion and Rescaling: How Santo Toribio Put Santa Ana on the Global Religious Map\" (Religi\u00e3o e redimensionamento: como Santo Toribio colocou Santa Ana no mapa religioso global), <em>Sociologia atual<\/em> (2016) (<span class=\"small-caps\">orcid<\/span>: https:\/\/orcid.org\/0000-0003-3914-4805).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Claudio Lomnitz<\/em> trabalha com antropologia de sociedades nacionais, experimentando v\u00e1rios g\u00eaneros de escrita, de ensaios sociol\u00f3gicos a dramas, de narrativas hist\u00f3ricas a jornalismo. Autor de mais de uma d\u00fazia de livros. Lecionou em universidades no M\u00e9xico e nos Estados Unidos, e foi professor visitante em universidades europ\u00e9ias e latino-americanas. Atuou como diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Chicago, do Centro de Estudos Hist\u00f3ricos da New School for Social Research, em Nova York, e do Centro de Estudos de Etnia e Ra\u00e7a da Universidade de Columbia, onde fundou e dirige o Centro de Estudos Mexicanos. Ele \u00e9 professor titular de Antropologia na Universidade de Columbia.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta entrevista resgata uma perspectiva fenomenol\u00f3gica sobre a trajet\u00f3ria de Claudio Lomnitz como pesquisador, mas tamb\u00e9m sobre o que incentiva Lomnitz a sair dos limites confort\u00e1veis das comunidades acad\u00eamicas.<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":38712,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"coauthors":[551],"class_list":["post-38662","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-12","personas-lomnitz-claudio","personas-torre-castellanos-renee-de-la","numeros-1187"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Entrevista a Claudio Lomnitz. 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