{"id":37509,"date":"2023-09-21T11:00:00","date_gmt":"2023-09-21T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=37509"},"modified":"2023-09-21T04:44:50","modified_gmt":"2023-09-21T04:44:50","slug":"rodriguez-autoetnografia-etnografia-multisituacion-aislamiento-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/rodriguez-autoetnografia-etnografia-multisituacion-aislamiento-pandemia\/","title":{"rendered":"Religi\u00e3o, teorias da conspira\u00e7\u00e3o e pandemias no sul do M\u00e9xico"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-drop-cap\">O livro de Enriqueta Lerma Rodr\u00edguez faz parte de Correo Certificado, uma s\u00e9rie da cole\u00e7\u00e3o Cartas desde una Pandemia: um esfor\u00e7o editorial louv\u00e1vel da Coordinaci\u00f3n de Humanidades da Universidad Nacional Aut\u00f3noma de M\u00e9xico (<span class=\"small-caps\">unam<\/span>) no contexto da emerg\u00eancia de sa\u00fade global causada pela covid-19. Os t\u00edtulos desta cole\u00e7\u00e3o s\u00e3o uma compila\u00e7\u00e3o seleta da reflex\u00e3o acad\u00eamica que surgiu no M\u00e9xico para entender os v\u00e1rios efeitos dessa doen\u00e7a na sociedade e na cultura. Assim, <em>Os reptilianos<\/em> \u00e9 um estudo etnogr\u00e1fico que explora em detalhes como a pandemia intensificou a circula\u00e7\u00e3o de explica\u00e7\u00f5es com base em narrativas complexas que distanciavam ou articulavam cren\u00e7as religiosas, informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e conspira\u00e7\u00f5es intergal\u00e1cticas, tudo visto a partir do cadinho da cultura global contempor\u00e2nea, que mobiliza m\u00faltiplos bens simb\u00f3licos por meio de canais de comunica\u00e7\u00e3o digital.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de detalhar as contribui\u00e7\u00f5es feitas por <em>Os reptilianos<\/em>Vale a pena mencionar a feliz \"Introdu\u00e7\u00e3o\" de abertura do livro. Escrito por Citlali Quecha (Instituto de Investigaciones Antropol\u00f3gicas, <span class=\"small-caps\">unam<\/span>), a abertura \u00e9 uma bela reflex\u00e3o te\u00f3rico-metodol\u00f3gica sobre a etnografia contempor\u00e2nea e as formas pelas quais as transforma\u00e7\u00f5es desse m\u00e9todo se expressam no registro de Lerma, especialmente no esfor\u00e7o de realizar observa\u00e7\u00f5es etnogr\u00e1ficas em \"reclus\u00e3o\" sanit\u00e1ria e por meio de formas autoetnogr\u00e1ficas e \"multissituacionais\", como o autor as chama em <em>Os reptilianos<\/em>. Embora a contribui\u00e7\u00e3o desse primeiro elemento do livro possa ser lida separadamente, \u00e9 certo que o texto de Quecha refor\u00e7a duas quest\u00f5es que n\u00e3o foram muito bem desenvolvidas pelo autor do livro. <em>Os reptilianos<\/em>Que tipo de etnografia \u00e9 apropriado no contexto das vertiginosas mudan\u00e7as socioculturais das sociedades modernas e que ajustes metodol\u00f3gicos a etnografia e a pesquisa antropol\u00f3gica precisam fazer para permanecer intelectual e politicamente vi\u00e1veis. Em outras palavras, este trabalho fornece um exemplo pr\u00e1tico valioso que responde \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es acima, e a \"Apresenta\u00e7\u00e3o\" \u00e9 sua express\u00e3o te\u00f3rica complementar.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro \u00e9 composto por quatorze cap\u00edtulos escritos com uma caneta \u00e1gil e sem excessos te\u00f3ricos, mas especialmente aguda na reconstru\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os e atores que Lerma reconhece como de interesse antropol\u00f3gico para entender a experi\u00eancia dos vizinhos com quem compartilhou os meses de confinamento por causa da covid-19. O primeiro cap\u00edtulo apresenta brevemente o arcabou\u00e7o te\u00f3rico-metodol\u00f3gico da autoetnografia e da etnografia multissitua\u00e7\u00e3o desenvolvida pela autora: escrever o espa\u00e7o-tempo da vida cotidiana que ela mesma construiu, junto com sua fam\u00edlia e vizinhos, usando dispositivos de comunica\u00e7\u00e3o e redes sociais digitais. Dessa forma, embora circunscrita \u00e0 observa\u00e7\u00e3o de um microespa\u00e7o pelas medidas de isolamento preventivo global (um bairro de sete casas localizado a uma curta dist\u00e2ncia do centro urbano de San Crist\u00f3bal de Las Casas, Chiapas), a etnografia contida em <em>Os reptilianos<\/em> explora todos os \"sites\" acess\u00edveis \u00e0 autora para contextualizar globalmente os pontos de vista de seus vizinhos: \"os sites, os memes e as fotos nas redes sociais virtuais, acompanhando as not\u00edcias, vendo a propaganda e os an\u00fancios sobre o v\u00edrus, anotando as liga\u00e7\u00f5es de meus parentes e contatos\" (p. 33). Dessa forma, o eventual encolhimento do espa\u00e7o etnogr\u00e1fico foi amplificado tanto pela m\u00eddia digital quanto pelas redes de amizade e familiares, tanto da pr\u00f3pria autora quanto dos habitantes do bairro: todos eles migrantes do estilo de vida, ou seja, sujeitos com poder aquisitivo relativamente alto e mobilidade global, especialmente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Europa e aos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo cap\u00edtulo cont\u00e9m uma vis\u00e3o geral precisa das l\u00f3gicas socioculturais que constroem as rela\u00e7\u00f5es cotidianas em San Crist\u00f3bal de Las Casas. No entanto, a reconstru\u00e7\u00e3o etnogr\u00e1fica de Lerma da vida da aldeia\/citadina em San Crist\u00f3bal \u00e9 precisa ao situ\u00e1-la dentro de campos de poder historicamente conflitantes. O autor ressalta que San Crist\u00f3bal \u00e9 habitada e contestada pelos povos ind\u00edgenas Tsotsil e Tseltal, instalados principalmente na cidade ou em cidades vizinhas; por \"coletos\" (mesti\u00e7os nascidos em San Crist\u00f3bal e, em muitos casos, ideologicamente conservadores); por forasteiros nacionais e estaduais, alguns dos quais vivem na cidade h\u00e1 d\u00e9cadas; e por turistas nacionais e estrangeiros, que s\u00e3o a face mais midiatizada dessa cidade, que em 2003 recebeu o nome oficial de \"pueblo m\u00e1gico\" (cidade m\u00e1gica). Essa tipologia \u00e9 uma importante contribui\u00e7\u00e3o de Lerma para o conjunto de trabalhos que consideram San Crist\u00f3bal como um local de investiga\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste com as monografias cl\u00e1ssicas do s\u00e9culo passado sobre Chiapas, que se concentraram nas aldeias ind\u00edgenas, o interesse etnogr\u00e1fico em San Crist\u00f3bal come\u00e7ou a crescer para mostrar a complexidade dessa pequena cidade e para enfrentar o desafio de transcender a narrativa dicot\u00f4mica ladino versus ind\u00edgena que dominou a explica\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica de Chiapas no s\u00e9culo passado. <span class=\"small-caps\">xx<\/span>. N\u00e3o se trata de uma quest\u00e3o menor, pois est\u00e1 no centro da antropologia de Chiapas e, apesar do reconhecimento de atores al\u00e9m desse bin\u00f4mio por v\u00e1rios autores (incluindo Lerma), a reconstru\u00e7\u00e3o etnogr\u00e1fica que pode ser lida em muitos trabalhos atuais - incluindo o realizado pelo autor de <em>Os reptilianos<\/em>- \u00e0s vezes parece reduzir a vida cotidiana a uma incompatibilidade cultural e pol\u00edtica entre mesti\u00e7os (sejam eles coletos ou forasteiros) e povos ind\u00edgenas. Ainda assim, <em>Os reptilianos<\/em> \u00e9 uma excelente entrada para problematizar a cidade de San Crist\u00f3bal.<\/p>\n\n\n\n<p>No terceiro cap\u00edtulo, Lerma constr\u00f3i metodologicamente a \"vizinhan\u00e7a coloquial\": um espa\u00e7o de conviv\u00eancia que foi atipicamente fechado pela pandemia, for\u00e7ando os vizinhos a tomarem decis\u00f5es para a vigil\u00e2ncia m\u00fatua ao entrarem no espa\u00e7o comum e para as outras medidas sanit\u00e1rias que se generalizaram durante os primeiros meses de isolamento pela covid-19 no M\u00e9xico. Aqui o leitor conhecer\u00e1 a intimidade da vizinhan\u00e7a por meio da descri\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o e da composi\u00e7\u00e3o das casas, das atividades cotidianas durante a quarentena e, mais importante, do retrato do perfil sociocultural dos vizinhos do autor como migrantes de estilo de vida: Luz, Rosa, Nicol\u00e1s, Ted, Vilma, Yiyari, Fabiana, Jade, Julia, Mael, Thai, Malinali, Chaac, Mar\u00eda e Eduardo. Essa parte do livro \u00e9 uma rica amostra das redes cosmopolitas impressas por esses migrantes que vivem em San Crist\u00f3bal. Um exemplo claro \u00e9 a hist\u00f3ria de Luz (pp. 57-58), natural de San Crist\u00f3bal e filha de um antrop\u00f3logo mexicano e de uma historiadora da arte de ascend\u00eancia franco-marroquina. Luz ensina ioga e mora no apartamento dois com sua filha Rosa, de oito anos, e seu parceiro Ted, um alem\u00e3o que n\u00e3o fala espanhol. Como Rosa n\u00e3o \u00e9 filha de Ted, mas de Nicolas, outro alem\u00e3o que vive na Pol\u00f4nia, Luz e Rosa viajam para a Europa o tempo todo a fim de respeitar o acordo anual de coabita\u00e7\u00e3o que fizeram com Nicolas. Por outro lado, Luz e Ted v\u00e3o para a Calif\u00f3rnia, EUA, a cada seis meses para participar da colheita legal de maconha. Assim, a tr\u00edade residencial da fam\u00edlia consiste no M\u00e9xico, nos Estados Unidos e na Pol\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir do quarto cap\u00edtulo e at\u00e9 o final do livro, Lerma se concentra em analisar como a pandemia foi gradualmente incorporada \u00e0 vida cotidiana das pessoas, fam\u00edlias e vizinhos, come\u00e7ando com os \"rumores\" sobre o v\u00edrus Sars-Cov-2, at\u00e9 a reorganiza\u00e7\u00e3o total de cada uma de suas atividades de acordo com as recomenda\u00e7\u00f5es emitidas pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Lidar com a preven\u00e7\u00e3o social da pandemia, como mostra o autor, n\u00e3o foi f\u00e1cil. As decis\u00f5es de vizinhan\u00e7a foram, a todo momento, tensionadas por atitudes ambivalentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 certeza do evento pand\u00eamico: \"Existe sim, uma pandemia est\u00e1 chegando [...] Voc\u00ea vai acreditar nessa estupidez da covid-19? [...] Eu n\u00e3o vou me trancar aqui [...] Por que n\u00e3o esperamos um pouco e depois tomamos decis\u00f5es?\" (pp. 78 e 80-81). Al\u00e9m da desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s informa\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais sobre o v\u00edrus (aspecto totalmente compreens\u00edvel devido \u00e0 aura de \"manipula\u00e7\u00e3o\" que paira no ar desde o in\u00edcio da pandemia), a incorpora\u00e7\u00e3o do medo ou da incerteza na escrita etnogr\u00e1fica; no entanto, o que deve ser destacado \u00e9 a forma como o autor evidencia a capacidade da covid-19 de influenciar as a\u00e7\u00f5es humanas em escalas muito diferentes. Ou seja, todos os governos de todos os continentes reagiram de alguma forma. Da mesma forma, no microespa\u00e7o da vizinhan\u00e7a, o v\u00edrus tamb\u00e9m desencadeou dilemas e escolhas em v\u00e1rias dimens\u00f5es da vida. Por exemplo, al\u00e9m dos \u00f3bvios cuidados com a sa\u00fade (expor-se ou n\u00e3o ao cont\u00e1gio), havia tamb\u00e9m decis\u00f5es sobre resid\u00eancia (onde passar a quarentena), afeto (com quem ou com quem se isolar), economia (como sobreviver) e at\u00e9 mesmo lazer (o que fazer durante a quarentena).<\/p>\n\n\n\n<p>Os acordos para organizar a vida que Lerma e seus vizinhos fizeram representam o cerne da experi\u00eancia social da covid-19 nesse microcosmo do sul do M\u00e9xico. A maneira como o autor capta essa experi\u00eancia pode ser vista como uma das grandes contribui\u00e7\u00f5es do livro: o detalhe etnogr\u00e1fico que Lerma e seus vizinhos fizeram representa o cerne da experi\u00eancia social da covid-19 nesse microcosmo do sul do M\u00e9xico. <em>Os reptilianos<\/em> oferece a compreens\u00e3o de cada vida familiar desafiada pela pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a ansiedade coletiva provocada pela covid-19 pode ser lida perfeitamente na escrita de Lerma. E, juntamente com o que j\u00e1 foi dito sobre os dilemas sociais, de particular import\u00e2ncia no livro \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o que a autora observa entre ci\u00eancia, pol\u00edtica, religi\u00e3o e sa\u00fade, nas explica\u00e7\u00f5es de seus vizinhos sobre a origem do v\u00edrus, seu modo social de opera\u00e7\u00e3o (uma esp\u00e9cie de etiologia social da covid-19) e as condi\u00e7\u00f5es macro-sociol\u00f3gicas de sua dissemina\u00e7\u00e3o. Para muitos dos vizinhos da autora, o v\u00edrus atacou com mais for\u00e7a em regi\u00f5es com antenas 5G: \"a radia\u00e7\u00e3o produzida pelas antenas afetou o sistema imunol\u00f3gico [...] ao secar os corpos por dentro\" (p. 153).<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a dissemina\u00e7\u00e3o global do v\u00edrus se deveu a um \"compl\u00f4\" para derrubar Donald Trump, que, ao contr\u00e1rio dos presidentes anteriores dos EUA, n\u00e3o era reptiliano: \"uma esp\u00e9cie n\u00e3o totalmente humana que habita a Terra h\u00e1 mil\u00eanios, se alimenta de crian\u00e7as e at\u00e9 lucra com elas por meio da pedofilia\" (p. 154). De acordo com os vizinhos de Lerma, Trump j\u00e1 havia feito o suficiente para tentar extermin\u00e1-los, ent\u00e3o \"o v\u00edrus foi inventado pelos poderes reptilianos para produzir uma grande crise global, capaz de derrubar o sistema banc\u00e1rio e comercial americano\" (p. 154). Como o autor aponta, a geopol\u00edtica do v\u00edrus, conforme elaborada por seus vizinhos, n\u00e3o se referia apenas \u00e0 disputa terrena (com \u00eanfase nos Estados Unidos), mas agora inclu\u00eda a realidade intergal\u00e1ctica, al\u00e9m de mobilizar formas de entender o mundo que s\u00e3o sustentadas por conspira\u00e7\u00f5es n\u00e3o humanas e ideias de planejamento terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p>A qualidade da <em>Os reptilianos<\/em> Diante dessa diversidade de interpreta\u00e7\u00f5es, Lerma mostra em detalhes como os vizinhos do autor articulam essas ideias com dados cient\u00edficos sobre o v\u00edrus e a realidade sociopol\u00edtica global, que se tornam explica\u00e7\u00f5es v\u00e1lidas para dar sentido \u00e0 realidade cr\u00edtica da pandemia. Dessa forma, Lerma fornece um valioso registro etnogr\u00e1fico local dos \"te\u00f3ricos da conspira\u00e7\u00e3o\" globais itinerantes. N\u00e3o obstante, <em>Os reptilianos<\/em> tamb\u00e9m fornece exemplos de outros registros culturais e religiosos e a maneira como eles responderam \u00e0 pandemia. Isso inclui a pastoral liberacionista cat\u00f3lica e algumas formas religiosas em localidades ind\u00edgenas de Chiapas, elementos que d\u00e3o ao livro um conjunto de cren\u00e7as que devem ser consideradas de forma vinculada, ligando esferas sociais que n\u00e3o s\u00e3o muito evidentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o relato do autor termina em junho de 2020, quando foi anunciada a \"nova normalidade\" no M\u00e9xico, um momento que, embora n\u00e3o tenha significado o fim da pandemia, pelo menos socialmente come\u00e7ou a construir solu\u00e7\u00f5es para o v\u00edrus, como o relaxamento das medidas de isolamento ou o an\u00fancio de uma vacina contra a covid-19. De modo geral, portanto, a etnografia de Lerma \u00e9 uma excelente janela para a intimidade de um dos eventos mais importantes dos \u00faltimos tempos, um evento que estamos apenas come\u00e7ando a estudar e compreender.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Alejandro Rodr\u00edguez L\u00f3pez<\/em> \u00e9 soci\u00f3logo da Universidade Aut\u00f4noma de Chiapas (<span class=\"small-caps\">unach<\/span>). Mestre e PhD em Antropologia pela Universidade Nacional Aut\u00f4noma do M\u00e9xico (<span class=\"small-caps\">unam<\/span>). Ele realizou estadias de pesquisa no Departamento de Antropologia da Universidade Complutense de Madri, no Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ci\u00eancias e Humanidades da Universidade de Madri e no Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ci\u00eancias e Humanidades da Universidade Complutense de Madri. <span class=\"small-caps\">unam<\/span>na Faculdade de Ci\u00eancias Pol\u00edticas e Sociais da <span class=\"small-caps\">unam<\/span>e na Faculdade de Ci\u00eancias Pol\u00edticas e Sociais da Universidade Aut\u00f4noma do Estado do M\u00e9xico. Durante seus estudos de doutorado, o Fideicomiso Teixidor e o Instituto de Investigaciones Hist\u00f3ricas de la Universidad Aut\u00f3noma de Estado de M\u00e9xico e o Fideicomiso Teixidor. <span class=\"small-caps\">unam<\/span> recebeu uma bolsa para o estudo de crises de sa\u00fade para o projeto \"Tifo, morbidade e religiosidade heterodoxa na tutela franciscana de Almolonga, Guatemala\". Siglo <span class=\"small-caps\">xvii<\/span>\". Ele \u00e9 o autor do livro <em>Sujeitos l\u00edquidos e prazeres no escuro: experi\u00eancias homoer\u00f3ticas no cinema porn\u00f4 em Tuxtla Guti\u00e9rrez<\/em>O texto \u00e9 o resultado de sua tese de bacharelado e foi publicado em 2017 pela <span class=\"small-caps\">unach<\/span>. Seus interesses de pesquisa incluem a an\u00e1lise hist\u00f3rica e etnogr\u00e1fica do cristianismo na Am\u00e9rica Latina a partir de uma perspectiva global, n\u00e3o euroc\u00eantrica e p\u00f3s-colonial.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>The Reptilians \u00e9 um estudo etnogr\u00e1fico que explora em detalhes como a pandemia intensificou a circula\u00e7\u00e3o de explica\u00e7\u00f5es com base em narrativas complexas que distanciavam ou articulavam cren\u00e7as religiosas, informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e conspira\u00e7\u00f5es intergal\u00e1cticas, tudo visto a partir do cadinho da cultura global contempor\u00e2nea, que mobiliza m\u00faltiplos bens simb\u00f3licos por meio de canais de comunica\u00e7\u00e3o digital.<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":37512,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[695,697,908,1075,1155],"coauthors":[551],"class_list":["post-37509","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-10","tag-covid-19","tag-pandemia","tag-pandemia-por-covid-19","tag-pensamiento-conspiracionista","tag-reptilianos","personas-rodriguez-lopez-alejandro","numeros-1094"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Religi\u00f3n, teor\u00edas conspiratorias y pandemia en el sur de M\u00e9xico &#8211; 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