{"id":37482,"date":"2023-09-21T11:00:00","date_gmt":"2023-09-21T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=37482"},"modified":"2023-09-21T16:58:59","modified_gmt":"2023-09-21T22:58:59","slug":"sanchez-paz-entrevista-documental-antropologico-putchi-pu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/sanchez-paz-entrevista-documental-antropologico-putchi-pu\/","title":{"rendered":"Entrevista com o antrop\u00f3logo e documentarista colombiano Felipe Paz, diretor do filme de m\u00e9dia-metragem \"Putchi Pu\"."},"content":{"rendered":"<p class=\"abstract\">Link para <em>Putchi Pu<\/em> no Vimeo: <a href=\"https:\/\/vimeo.com\/347790737\">https:\/\/vimeo.com\/347790737<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap abstract\">Nota biogr\u00e1fica: Felipe Paz \u00e9 um antrop\u00f3logo colombiano independente e cineasta documentarista, com uma carreira muito extensa, tendo feito v\u00eddeos culturais e tamb\u00e9m trabalhado na m\u00eddia de massa na Col\u00f4mbia e na Venezuela. Seus filmes de m\u00e9dia-metragem <em>Putchi Pu<\/em> pode ser descrito como etnofic\u00e7\u00e3o colaborativa, pois retrata como os conflitos s\u00e3o resolvidos entre o povo Way\u00fau (que vive em ambos os lados da fronteira entre a Col\u00f4mbia e a Venezuela, na pen\u00ednsula de La Guajira, no extremo norte da Am\u00e9rica do Sul); al\u00e9m disso, o povo Way\u00fau participou do roteiro, da atua\u00e7\u00e3o e da dire\u00e7\u00e3o do filme. Dessa forma, o filme constitui um documento valioso por sua fidelidade etnogr\u00e1fica, seu trabalho colaborativo e seu conte\u00fado pol\u00edtico no contexto de uma Col\u00f4mbia que busca consolidar um processo de paz para p\u00f4r fim a mais de meio s\u00e9culo de guerra.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como a sua forma\u00e7\u00e3o como antrop\u00f3logo influenciou a vis\u00e3o do seu trabalho como cineasta e videomaker?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">A vis\u00e3o hol\u00edstica da sociedade, que \u00e9 uma parte fundamental da minha forma\u00e7\u00e3o como antrop\u00f3logo, permitiu que eu abordasse meu trabalho como documentarista de uma forma que transcende os paradigmas e as \"verdades\" ocidentais que s\u00e3o tradicionalmente aceitos como a estrutura a partir da qual s\u00e3o constru\u00eddas as narrativas que apresentam as sociedades ind\u00edgenas e camponesas como material e culturalmente \"atrasadas\" e, portanto, carentes da racionalidade que sustenta a forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, social e pol\u00edtica capitalista moderna, de forma etnoc\u00eantrica.<\/p>\n\n\n\n<p>O que estou tentando fazer com meu trabalho \u00e9 me aproximar dessas formas diferentes e racionais com as quais essas comunidades enfrentam sua realidade e a transformam continuamente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Que marca sua forma\u00e7\u00e3o como cineasta e videomaker em Nova York deixou em seu trabalho?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">Meu treinamento como diretor na Escola de Cinema da Universidade de Nova York me deu acesso ao conhecimento da narrativa cinematogr\u00e1fica que caracteriza essa arte no contexto da sociedade moderna e industrializada. A partir disso, tentei enriquecer esse treinamento, vamos cham\u00e1-lo de \"cl\u00e1ssico\", tanto visual quanto conceitualmente, destacando diferentes \u00e9ticas e est\u00e9ticas que est\u00e3o presentes em sociedades que s\u00e3o erroneamente chamadas de primitivas, ancestrais ou tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea trabalhou na m\u00eddia comercial na Col\u00f4mbia e na Venezuela e tamb\u00e9m como diretor e produtor independente. O que esses dois tipos de experi\u00eancias contribu\u00edram para sua vis\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o audiovisual nas sociedades latino-americanas?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">Essa \u00e9 uma quest\u00e3o muito complexa, na medida em que a produ\u00e7\u00e3o audiovisual latino-americana \u00e9 um reflexo de m\u00faltiplas realidades nacionais que n\u00e3o podem ser abordadas a partir de uma \u00fanica categoria que englobe a \"Am\u00e9rica Latina\". O cinema e a televis\u00e3o em pa\u00edses como Col\u00f4mbia, M\u00e9xico, Argentina e Brasil, para citar apenas alguns, tiveram desenvolvimentos hist\u00f3ricos e culturais que responderam \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de cada pa\u00eds. No s\u00e9culo passado, juntamente com o fen\u00f4meno das telenovelas feitas em nossos pa\u00edses, que deram forma a uma esp\u00e9cie de <em>boom<\/em> O setor cinematogr\u00e1fico internacional, no centro do qual estavam essas produ\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m fez contribui\u00e7\u00f5es importantes para a arte do cinema que transcenderam o reino das novelas ou dos filmes de fic\u00e7\u00e3o. <em>novela,<\/em> como os americanos a chamaram apropriadamente, em uma clara alus\u00e3o \u00e0 sua fun\u00e7\u00e3o eminentemente comercial e reprodutiva dos valores sociais e da <em>status quo<\/em> capitalistas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Voc\u00ea dirigiu filmes, v\u00eddeos e (pelo que entendi) tamb\u00e9m novelas: o que aprendeu ao trabalhar em diferentes g\u00eaneros? \u00c9 poss\u00edvel pegar o que aprendeu em um g\u00eanero e usar em outro?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">No caso da telenovela, \u00e9 interessante destacar como a vis\u00e3o do mundo, da sociedade e de seus conflitos para milh\u00f5es de espectadores, n\u00e3o apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, foi (e ainda \u00e9) permeada pelo conte\u00fado oferecido pelas empresas audiovisuais que criam esse tipo de conte\u00fado.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, acredito que, \u00e0 medida que as sociedades e seus conflitos se tornaram mais complexos, as dicotomias simplistas (como o amor imposs\u00edvel entre uma mo\u00e7a pobre e um amante milion\u00e1rio) ficaram cada vez mais elaboradas e come\u00e7aram a envolver situa\u00e7\u00f5es e conflitos sociais presentes em nossos pa\u00edses. Surgiram novelas e s\u00e9ries de TV que, sem abandonar sua premissa b\u00e1sica de amor, se aventuraram a explorar novas realidades, como a corrup\u00e7\u00e3o, o poder avassalador dos \"narcos\", a viol\u00eancia contra os mais fracos e as desigualdades sociais estruturais que s\u00e3o comuns a toda a regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa evolu\u00e7\u00e3o de formas e conte\u00fado permitiu que esse g\u00eanero televisivo, que considero uma \"arte menor\", fosse enriquecido com novas narrativas que ajudam o p\u00fablico a desenvolver uma vis\u00e3o cr\u00edtica de suas sociedades e conflitos e constituem importantes contribui\u00e7\u00f5es culturais, n\u00e3o apenas para a an\u00e1lise, mas tamb\u00e9m para a transforma\u00e7\u00e3o da realidade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que voc\u00ea acha da situa\u00e7\u00e3o do cinema documental na Col\u00f4mbia hoje? Que papel ele pode desempenhar - ou est\u00e1 desempenhando - na transforma\u00e7\u00e3o do pa\u00eds?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">Acredito que a irrup\u00e7\u00e3o do filme document\u00e1rio no cen\u00e1rio da produ\u00e7\u00e3o audiovisual na Col\u00f4mbia foi muito importante e contribuiu significativamente para que a sociedade colombiana conhecesse realidades que haviam se tornado invis\u00edveis tanto pelo conflito armado quanto pela urbaniza\u00e7\u00e3o acelerada do pa\u00eds nas \u00faltimas d\u00e9cadas. O conflito foi - e ainda \u00e9 - vivido fundamentalmente nas regi\u00f5es rurais do pa\u00eds, longe dos centros urbanos e cuja realidade \u00e9 estranha \u00e0 maioria dos habitantes das cidades.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, gra\u00e7as ao trabalho de entidades como o Film Promotion Fund, <span class=\"small-caps\">rtvc<\/span>,<a class=\"anota\" id=\"anota1\" data-footnote=\"1\">1<\/a> O Canal 13 e os canais de televis\u00e3o regionais (entre outros) produziram nos \u00faltimos anos um grande n\u00famero de document\u00e1rios, filmes e s\u00e9ries de fic\u00e7\u00e3o, que apresentam uma realidade muito diferente daquela narrada pelos programas de not\u00edcias da televis\u00e3o da grande imprensa, que reproduziam apenas a vis\u00e3o oficial (obviamente incompleta e tendenciosa) da realidade no interior da Col\u00f4mbia.<\/p>\n\n\n\n<p>Como resultado do relat\u00f3rio da Comiss\u00e3o da Verdade sobre a realidade do conflito armado na Col\u00f4mbia, a sociedade nacional despertou um grande interesse em saber o que realmente aconteceu durante os anos mais dif\u00edceis da guerra e como isso afetou fundamentalmente a popula\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro dessa perspectiva, considero fundamental o papel do cinema documental, n\u00e3o apenas para apresentar a realidade dos fatos atrozes que ocorreram durante o conflito, mas tamb\u00e9m para mostrar as m\u00faltiplas formas de resist\u00eancia implementadas pelas comunidades que foram v\u00edtimas dos agentes armados. Essa busca pela verdade e sua socializa\u00e7\u00e3o na forma de produtos cinematogr\u00e1ficos e televisivos \u00e9 fundamental para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade reconciliada e pac\u00edfica (o que n\u00e3o significa desprovida de conflitos) que a grande maioria dos colombianos almeja.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como se originou o projeto que deu origem ao <em>Putchi Pu<\/em>?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Putchi Pu - Pastores de palavras<\/em> foi o produto final de um workshop de roteiros de document\u00e1rios e filmes de fic\u00e7\u00e3o patrocinado pelo Minist\u00e9rio da Cultura da Col\u00f4mbia que ministrei h\u00e1 v\u00e1rios anos na cidade de Riohacha, capital do departamento de La Guajira, no norte da Col\u00f4mbia. Nesse departamento, h\u00e1 uma grande popula\u00e7\u00e3o de ind\u00edgenas Wayu\u00fa, e uma das participantes do workshop, Rosalba Epiey\u00fa, \u00e9 filha de um palabrero ou <em>Putchi Pu<\/em> dessas pessoas. Como parte da metodologia do workshop, foi estabelecido que os participantes (incluindo ind\u00edgenas e n\u00e3o ind\u00edgenas), que pertenciam a organiza\u00e7\u00f5es sociais e culturais da regi\u00e3o, se organizariam em v\u00e1rios grupos e trabalhariam juntos para criar a sinopse, o enredo e o roteiro de uma hist\u00f3ria que lhes parecesse particularmente significativa e que pudesse ser gravada em um formato de v\u00eddeo profissional, desde que pud\u00e9ssemos encontrar os recursos para que eu retornasse a Riohacha para trabalhar com os jovens cujo projeto foi selecionado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s uma semana de trabalho, o projeto escolhido pelos participantes do workshop foi <em>Putchi Pu<\/em>Consideramos que tornar vis\u00edvel a figura do \"palabrero\" ind\u00edgena e seu papel na resolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de conflitos dentro de sua comunidade era muito interessante e relevante em um pa\u00eds onde a viol\u00eancia pol\u00edtica e social, com sua longa hist\u00f3ria de assassinatos e massacres, \u00e9 end\u00eamica h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como voc\u00ea ficou sabendo sobre o processo de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos entre os Way\u00fau?<\/h3>\n\n\n\n<p>Como etn\u00f3grafo, eu j\u00e1 havia lido sobre a maneira particular do povo Way\u00fau de resolver conflitos. A <em>Putchi Pu<\/em> \u00e9 um intermedi\u00e1rio entre as partes em disputa, que usa todos os meios \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o - principalmente palavras - para evitar o uso da viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como a comunidade Way\u00fau colaborou na cria\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria?<\/h3>\n\n\n\n<p>A elabora\u00e7\u00e3o do roteiro foi um processo conjunto que, semanas ap\u00f3s o workshop, realizamos com a comunidade de Yoshpa, um assentamento ind\u00edgena localizado entre as cidades de Riohacha e Maicao, no departamento de La Guajira. \u00c9 muito importante observar que a comunidade participou ativamente da escolha dos personagens principais e que eles foram muito cuidadosos ao determinar todos os eventos que deveriam acontecer para documentar, de forma realista e precisa, como ocorre a interven\u00e7\u00e3o de um \"palabrero\" na solu\u00e7\u00e3o de um determinado conflito, qual \u00e9 o \"pagamento\" pela ofensa e como as negocia\u00e7\u00f5es s\u00e3o conduzidas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que essa experi\u00eancia significou para os Way\u00fau?<\/h3>\n\n\n\n<p>Os meninos que participaram do workshop, a comunidade Yoshpa e os protagonistas da hist\u00f3ria estavam muito interessados em tornar vis\u00edvel sua maneira de resolver conflitos, que, para eles, \u00e9 muito mais elaborada do que a dos \"brancos\".<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como foi o processo de liderar sujeitos locais que se tornaram atores de sua pr\u00f3pria realidade?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">O processo de dire\u00e7\u00e3o acabou sendo uma experi\u00eancia de vida particularmente significativa para mim. Achei incr\u00edvel como os ind\u00edgenas se envolveram profundamente com seus personagens e como entenderam rapidamente o processo de filmagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Como n\u00e3o conhe\u00e7o o idioma Way\u00fau, precisei de um int\u00e9rprete ao meu lado. Mas quando, por exemplo, eu dizia \"corta\" para mudar as tomadas, os atores ficavam em sil\u00eancio e, quando a nova tomada estava pronta, eles retomavam a fala exatamente de onde haviam parado. Ao editar o material, com a ajuda de um tradutor ind\u00edgena, achei fascinante ver como eu podia cortar diferentes tomadas sem nunca perder a continuidade ou as atitudes dos atores. N\u00e3o havia necessidade de \"dirigi-los\", eles estavam totalmente envolvidos com seus personagens, que, em \u00faltima an\u00e1lise, s\u00e3o eles mesmos.<\/p>\n\n\n\n<p>Meu trabalho, nesse caso, limitou-se a narrar, com diferentes encena\u00e7\u00f5es, sequ\u00eancias e tomadas, os eventos que a comunidade queria que fossem contados. Nessa perspectiva, podemos falar de uma \"cria\u00e7\u00e3o coletiva\" em vez de um trabalho \"autoral\".<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">No contexto da Col\u00f4mbia e de La Guajira, qual \u00e9 a import\u00e2ncia de abordar essa quest\u00e3o?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">Parece-me muito importante que essa forma espec\u00edfica de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos, no centro da qual est\u00e1 a figura do <em>Putchi Pu<\/em> e a repara\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na forma de colares antigos de coral e ouro, al\u00e9m de gado, \u00e9 conhecida pela sociedade \"mais antiga\". \u00c9 interessante notar que esses colares de ouro e \"tumas\" (contas de coral pr\u00e9-hisp\u00e2nicas) que s\u00e3o pagos para compensar as ofensas, mais cedo ou mais tarde, mesmo v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es depois de terem sido separados, retornam \u00e0 fam\u00edlia que os deu. \u00c9 um ciclo constante no qual a circula\u00e7\u00e3o da riqueza material desempenha um papel fundamental na preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 um ensinamento muito valioso, que reflete uma \u00e9tica e uma est\u00e9tica absolutamente requintadas desenvolvidas pela cultura Way\u00fau.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Mauricio Sanchez<\/em> \u00e9 um antrop\u00f3logo e fot\u00f3grafo colombiano-mexicano. Doutor em Antropologia pela <span class=\"small-caps\">unam<\/span>. Campos de pesquisa: estudos humano-ambientais, educa\u00e7\u00e3o intercultural e antropologia audiovisual, sobre os quais publicou e fez proje\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas e est\u00e9ticas. Lecionou no Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropolog\u00eda Social (Centro de Pesquisas e Estudos Superiores em Antropologia Social), na Escuela Nacional de Antropolog\u00eda e Historia (Escola Nacional de Antropologia e Hist\u00f3ria), na <span class=\"small-caps\">uam<\/span>-Iztapalapa, a Universidade Aut\u00f4noma do Estado de Morelos e a <span class=\"small-caps\">unam<\/span>. Atualmente coordena o Laborat\u00f3rio Audiovisual do <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span>. Membro da Rede de Estudos Sociais sobre o Meio Ambiente, da Rede de Pesquisas Audiovisuais da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e da Rede de Pesquisa em Meio Ambiente da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span> e a Academia de Ci\u00eancias Sociais e Humanas do estado de Morelos.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Felipe Paz \u00e9 um antrop\u00f3logo colombiano independente e documentarista, com uma carreira muito extensa, tendo feito v\u00eddeos culturais e tamb\u00e9m trabalhado na m\u00eddia de massa na Col\u00f4mbia e na Venezuela. Seu filme de m\u00e9dia-metragem Putchi Pu pode ser descrito como etnofic\u00e7\u00e3o colaborativa, pois retrata como os conflitos s\u00e3o resolvidos entre o povo Way\u00fau. 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