{"id":36804,"date":"2023-03-21T03:27:44","date_gmt":"2023-03-21T03:27:44","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=36804"},"modified":"2023-11-16T17:49:23","modified_gmt":"2023-11-16T23:49:23","slug":"pratt-futuridad-milenio-humanidad-saberes-tecnopolitica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/pratt-futuridad-milenio-humanidad-saberes-tecnopolitica\/","title":{"rendered":"A mudan\u00e7a planet\u00e1ria e a crise dos futuros. Breve coment\u00e1rio sobre o texto de Rossanna Reguillo"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading\">Sum\u00e1rio<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"abstract translation-block\">A virada milenar inaugurou uma nova fase na hist\u00f3ria da humanidade. Da ascens\u00e3o de <em>post-<\/em> nos anos 90, passamos a uma nova consci\u00eancia planet\u00e1ria, produto da cibern\u00e9tica e da cat\u00e1strofe ecol\u00f3gica. A humanidade enfrenta uma crise de futuridade. O trabalho da Signa_Labs reflete esta mudan\u00e7a planet\u00e1ria tanto em seus aspectos cibern\u00e9ticos como ambientais. Durante tr\u00eas d\u00e9cadas, o trabalho de sua fundadora, Rossana Reguillo, foi marcado pelo mesmo compromisso pol\u00edtico e preocupa\u00e7\u00e3o urgente com a persist\u00eancia da viol\u00eancia, dos medos, da atrocidade, da visualidade, agora articulada pela tecnopol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"abstract\">Palavras-chave: <a href=\"https:\/\/encartes.mx\/pt\/tag\/futuridad\/\" rel=\"tag\">seguran\u00e7a<\/a>, <a href=\"https:\/\/encartes.mx\/pt\/tag\/milenario\/\" rel=\"tag\">milenares<\/a>, <a href=\"https:\/\/encartes.mx\/pt\/tag\/planetariedad\/\" rel=\"tag\">planet\u00e1rio<\/a>, <a href=\"https:\/\/encartes.mx\/pt\/tag\/saberes\/\" rel=\"tag\">conhecimentos<\/a>, <a href=\"https:\/\/encartes.mx\/pt\/tag\/tecnopolitica\/\" rel=\"tag\">tecnopol\u00edtica<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"en-title\"><span class=\"small-caps\">o giro do planeta e a crise dos futuros: breve coment\u00e1rio sobre o texto de rossana reguillo<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"abstract en-text\">A virada do mil\u00eanio inaugurou uma nova fase na hist\u00f3ria da humanidade. A partir do p\u00f3s boom dos anos 90, mudamos para uma nova consci\u00eancia global, produto da cibern\u00e9tica e da cat\u00e1strofe ecol\u00f3gica. A humanidade enfrenta uma crise de futuridade. O trabalho do Signa Lab reflete esta virada global tanto em seus aspectos cibern\u00e9ticos quanto ambientais. Durante tr\u00eas d\u00e9cadas, o trabalho de sua fundadora, Rossana Reguillo, foi marcado pelo mesmo compromisso pol\u00edtico e pela mesma preocupa\u00e7\u00e3o urgente com a persist\u00eancia da viol\u00eancia, medos, atrocidades, visualidade, agora articulada pela tecnopol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"abstract en-text\">Palavras-chave: futuridade, milenarismo, planetaridade, tecnopol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-accent-background-color has-accent-color is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap abstract translation-block\">A virada do mil\u00eanio marcou uma nova fase na trajet\u00f3ria da humanidade e do planeta. O piv\u00f4 se manifesta na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, tema central do belo ensaio de Rossana Reguillo. Os anos 90 foram a era <em>post<\/em>: p\u00f3s-moderna, p\u00f3s-colonial, p\u00f3s-hist\u00f3rica. Eles fomentaram um sujeito intelectual que, de costas para o futuro, olhou para o passado e contemplou as grandes narrativas que j\u00e1 haviam sido esgotadas e se tornaram objetos de estudo. A onda neoliberal estava tomando conta, transformando a humanidade em um agente da m\u00e1quina capitalista extrativista, hiperprodutiva, hiperconsumidora e desperdi\u00e7adora. O mil\u00eanio, por outro lado, inaugurou uma virada para o futuro e uma crise de futuro. O sujeito pensante se voltou para contemplar um futuro apocal\u00edptico de cat\u00e1strofe ambiental, marcado por uma incerteza e imprevisibilidade sem precedentes (como foi a crise da <span class=\"small-caps\">y2k<\/span>, quando n\u00e3o sab\u00edamos se, no momento da transi\u00e7\u00e3o para o ano 2000, todos os computadores do mundo iriam se instalar ou explodir. Qual seria o valor, a autoridade das ci\u00eancias, se elas n\u00e3o mais estivessem em sua capacidade de prever, em sua repetibilidade; se os sistemas come\u00e7assem a funcionar de forma imprevis\u00edvel; se as leis n\u00e3o mais governassem os eventos que uma vez dominaram? Uma crise de conhecimento que se desenvolveu em escala planet\u00e1ria com a pandemia covid-19. A exig\u00eancia de ouvir os cientistas colidiu com o fato de que o que eles \"sabiam\", a palavra de autoridade, mudou de um dia para o outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" translation-block\">A virada do mil\u00eanio tamb\u00e9m marcou a passagem do global para o planet\u00e1rio. \u00c9 dif\u00edcil lembrar agora que foi somente no final dos anos 90 que o conceito de planet\u00e1rio come\u00e7ou a se difundir no discurso intelectual. Nos estudos liter\u00e1rios - falando da classe <span>USA<\/span> - Gayatri Spivak come\u00e7ou a falar de planetaridade no final dos anos 90. Em seu manifesto metodol\u00f3gico, <em>The Death of Discipline<\/em> (2003), ela introduziu o conceito de planetaridade como uma ferramenta para nos distanciarmos da \"globalidade capitalista-humanista\". Outros cr\u00edticos, tais como Masao Miyoshi (1991), tamb\u00e9m propuseram uma \"volta planet\u00e1ria\" na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento. A cultura popular, como sempre, antecipou e profetizou a mudan\u00e7a. Em 1999, em Los Angeles, uma s\u00e9rie de quadrinhos intitulada <em>Planetary,<\/em> que tratava de uma equipe de super-her\u00f3is chamada os Arque\u00f3logos do Futuro, operando no espa\u00e7o conhecido como o Universo<em> Wildstorm Universe,<\/em> foi inaugurada no Peru, a seita religiosa Alfa e Omega (2001) pregou novos conhecimentos que vieram em mensagens telep\u00e1ticas comunicadas por \"um pai solar divino (extraterrestre) dos distantes s\u00f3is Alfa e Omega da Gal\u00e1xia Trina\". Anunciou um \"novo reinado de verdade, justi\u00e7a e igualdade com novo c\u00e9u, nova terra e novo conhecimento\". Lembro-me de minha surpresa em 2003, quando o ent\u00e3o presidente da Fran\u00e7a, Jacques Chirac, pediu \"une r\u00e9ponse plan\u00e9taire\" para a epidemia de AIDS. <em>Plan\u00e9taire!<\/em> H\u00e1 dez anos atr\u00e1s, ou cinco, eu pensava, ningu\u00e9m teria usado essa palavra. O imagin\u00e1rio planet\u00e1rio estava come\u00e7ando a desabrochar. Do prefixo esgotado <em>post-<\/em>, passamos a <em>geo-<\/em>, inaugurando a geohist\u00f3ria, geoest\u00e9tica, geolingu\u00edstica, geohumanidades e geontologia, que Elizabeth Povinelli define como um campo de conhecimento onde \"o vivo e o n\u00e3o vivo co-comp\u00f5em para produzir modos de exist\u00eancia e formas de poder singulares - e empoderamento\" Povinelli, 2016: 5). Outra forma de pensar sobre tudo. Novos conceitos para nos orientar para futuros que s\u00e3o um emaranhado de certeza apocal\u00edptica - cat\u00e1strofe ambiental, extin\u00e7\u00f5es em massa - e incerteza total - quando, como, onde, quanto, quanto, qu\u00e3o r\u00e1pido, em que escala?<\/p>\n\n\n\n<p>Como sugere a cita\u00e7\u00e3o de Povinelli, a mudan\u00e7a do global para o planet\u00e1rio produz uma descentraliza\u00e7\u00e3o do humano e da ag\u00eancia humana. Para Spivak, foi necess\u00e1rio reimaginar-nos como \"sujeitos planet\u00e1rios\" em vez de \"agentes globais\". Este novo sujeito planet\u00e1rio, assume-se, reconhece sua coexist\u00eancia com as outras entidades n\u00e3o humanas que compartilham o planeta, vivas e n\u00e3o vivas, sua interdepend\u00eancia com elas e suas responsabilidades rec\u00edprocas para com elas. O sujeito planet\u00e1rio tamb\u00e9m reconhece que a atividade dos \"agentes globais\" tem produzido condi\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas insustent\u00e1veis, futuros que a humanidade n\u00e3o ser\u00e1 capaz de controlar, ou mesmo antecipar. Esta \u00e9 a crise do futuro. A passagem de agente global para sujeito planet\u00e1rio requer novos conhecimentos, ontologias e ambi\u00e7\u00f5es; para construir n\u00e3o estruturas e sistemas, mas estrat\u00e9gias para viver a incerteza, n\u00e3o saber, n\u00e3o ter-idea. Como diz Elizabeth Kolbert, \"A escolha n\u00e3o \u00e9 entre o que \u00e9 e o que foi, mas entre o que \u00e9 e o que ser\u00e1\" (2021: 17). Incerteza \u00e9 a nova certeza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" translation-block\">Ao lado da consci\u00eancia ecol\u00f3gica, a revolu\u00e7\u00e3o cibern\u00e9tica tem sido obviamente uma for\u00e7a l\u00edder na forma\u00e7\u00e3o da planetaridade e do sujeito planet\u00e1rio, pois n\u00e3o s\u00f3 torna as experi\u00eancias planetarizadas poss\u00edveis, mas tamb\u00e9m f\u00e1ceis. Um exemplo precoce foi a manifesta\u00e7\u00e3o de 14 de fevereiro de 2003 contra a iminente invas\u00e3o do Iraque pela classe <span>ee<\/span>. <span class=\"small-caps\">uu<\/span>. Protestos em Istambul e Lagos comunicados por telefone com os de Nova Iorque e Buenos Aires. Outro foi o longo drama do resgate dos 33 mineiros chilenos presos durante 69 dias no cora\u00e7\u00e3o do planeta em 2010, que se tornou uma celebra\u00e7\u00e3o da colabora\u00e7\u00e3o global, diante de um p\u00fablico planet\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes dois eixos do planet\u00e1rio, isto \u00e9, o ecol\u00f3gico e o cibern\u00e9tico, est\u00e3o claramente manifestados no trabalho do Signa_Lab, apresentado pela eminente cr\u00edtica cultural Rossana Reguillo no ensaio que escrevemos aqui. Usando <em>motores de busca<\/em> A equipe Signa_Lab estuda as respostas e rea\u00e7\u00f5es aos eventos p\u00fablicos em tempo real ou ap\u00f3s: o terremoto na Cidade do M\u00e9xico em setembro de 2022, a pandemia de covid-19, Ayotzinapa, o movimento YoSoy132, os terr\u00edveis femic\u00eddios de Ernestina Ascencio e Ingrid Escamilla. A equipe apresenta os resultados das investiga\u00e7\u00f5es n\u00e3o de uma forma linear ou discursiva, mas atrav\u00e9s de uma est\u00e9tica visual cibern\u00e9tica e distintamente planet\u00e1ria. Especificamente, as representa\u00e7\u00f5es (obras) reciclam e reinventam a imagem fundacional da Terra fotografada da lua pelo astronauta William Anders em 1968. Como naquela foto original, os gr\u00e1ficos de torta coloridos flutuam no ar contra um fundo preto que representa a imensid\u00e3o do cosmos. O projeto Signa_Lab, no entanto, \u00e9 metodol\u00f3gico, n\u00e3o representativo. Ele se prop\u00f5e a experimentar novas formas de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento, de an\u00e1lise de dados, correspondentes a objetos de estudo em larga escala que emergem do desempenho cibern\u00e9tico. Como entender o ciberespa\u00e7o em termos que se movem, que nos fazem sentir, que mobilizam a imagina\u00e7\u00e3o e o poder do m\u00edtico? Em seu importante manifesto <em>O Grande Desarranjo<\/em> (2016), o romancista e cr\u00edtico sul-asi\u00e1tico Amitav Ghosh lamenta o empobrecimento e a deforma\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio ocidental moderno provocados pela imposi\u00e7\u00e3o do realismo como norma est\u00e9tica e epist\u00eamica associada ao capitalismo industrial. Apegado ao particular e ao local, o realismo cria sujeitos incapazes de imaginar for\u00e7as e transforma\u00e7\u00f5es na ampla escala planet\u00e1ria agora necess\u00e1ria. O trabalho de Signa_Lab tenta superar este empobrecimento, mas sem deixar para tr\u00e1s a autoridade do dado emp\u00edrico. Os dados perdem sua localidade, sua especificidade, sua autonomia, para serem absorvidos em uma representa\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de conex\u00f5es ef\u00eameras em torno de uma not\u00edcia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\" translation-block\">A brilhante Rossana Reguillo sempre trabalhou com urg\u00eancia \u00e9tica, social e pol\u00edtica. Como ela mesma afirma aqui, os temas de viol\u00eancia, medos, visualidade, amea\u00e7as aos pactos sociais s\u00e3o quest\u00f5es que a preocupam desde os anos 90. Agora ela integra a devasta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica como ator e protagonista na constru\u00e7\u00e3o de futuros. Post-<span class=\"small-caps\">nafta<\/span> M\u00e9xico tem sido o cen\u00e1rio de sua pesquisa e o objeto de seu compromisso \u00e9tico-pol\u00edtico, assim como de seu amor. Ela \u00e9 provocada pela categoria do atroz. Olhando as fotos de Abu Ghraib, dos femicidas, ela se pergunta: \"Como \u00e9 poss\u00edvel que tais coisas possam acontecer, que existam seres humanos capazes de tais abomina\u00e7\u00f5es, e depois celebr\u00e1-las? Pensando em Amitav Ghosh, penso que a categoria dos abomin\u00e1veis marca exatamente o ponto em que o realismo cede ao m\u00edtico. Ela marca uma mudan\u00e7a de escala. O hediondo, como o sublime, confronta o imagin\u00e1rio realista com algo que ele n\u00e3o pode normalizar. O atroz provoca sempre o que Reguillo identifica como um modo de conhecimento capaz de incitar exig\u00eancias de mudan\u00e7a. Segundo ela, o instrumento de mudan\u00e7a na era cibern\u00e9tica \u00e9 a tecnopol\u00edtica - o ciberativismo e a cibersolidaridade.<\/p>\n\n\n\n<p>As produ\u00e7\u00f5es pesquisadas pelo Signa_Lab oferecem retratos marcantes da conectividade cibern\u00e9tica, e celebram sua capacidade de gerar participa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, vastas comunidades e experi\u00eancias compartilhadas. Surge ent\u00e3o a quest\u00e3o se a enorme capacidade de mobiliza\u00e7\u00e3o da tecnopol\u00edtica servir\u00e1 melhor \u00e0 direita pol\u00edtica do que \u00e0 esquerda. Ao contr\u00e1rio da esquerda, os direitistas de hoje quebram livremente o pacto de fato versus inven\u00e7\u00e3o, verdade versus mentira, como parte de uma estrat\u00e9gia pol\u00edtica que gera conhecimento responsivo e participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria atrav\u00e9s de hist\u00f3rias inventadas, compostas para mobilizar for\u00e7as antidemocr\u00e1ticas. Os direitistas autorit\u00e1rios se deram ao luxo de tirar o m\u00e1ximo proveito das artes da fic\u00e7\u00e3o. Para os movimentos democr\u00e1ticos, esta maquinaria falsa representa uma contradi\u00e7\u00e3o inaceit\u00e1vel com os fins da democracia, um dilema que n\u00e3o existe para a direita. Em nossa crise de futuridade, o futuro da tecnopol\u00edtica tamb\u00e9m permanece imprevis\u00edvel e incerto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Alfa y Omega (2001). <em>Divina Revelaci\u00f3n<\/em>. Lima: s\/e.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Ghosh, Amitav (2016). <em>The Great Derangement: Climate Change and the Unthinkable<\/em>. Chicago: University of Chicago Press.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Kolbert, Elizabeth (2021). <em>Under a White Sky: The Nature of the Future<\/em>. Nueva York: Crown.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Povinelli, Elizabeth (2016). <em>Geontologies: A Requiem to Late Liberalism<\/em>. Durham: Duke University Press.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Miyoshi, Masao (1991). \u201cTurn to the Planet: Literature, Diversity, Totality\u201d. <em>Comparative Literature<\/em>, 43:4, pp. 283-97.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Spivak, Gyatri (2003). <em>La muerte de una disciplina<\/em>. Xalapa: Universidad Veracruzana.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-accent-background-color has-accent-color is-style-dots\"\/>\n\n\n\n<p class=\"abstract\"><em>Mary Louise Pratt<\/em> \u00e9 Professor Em\u00e9rito da Universidade de Nova York no Departamento de Espanhol e Portugu\u00eas e no Departamento de An\u00e1lise Social e Cultural.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo A virada do mil\u00eanio inaugurou uma nova fase na hist\u00f3ria humana. Do p\u00f3s-boom da d\u00e9cada de 1990, passamos para uma nova consci\u00eancia planet\u00e1ria, produto da cibern\u00e9tica e da cat\u00e1strofe ecol\u00f3gica. A humanidade est\u00e1 enfrentando uma crise de futuro. 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