{"id":33938,"date":"2021-03-19T06:41:49","date_gmt":"2021-03-19T06:41:49","guid":{"rendered":"https:\/\/encartes.mx\/?p=33938"},"modified":"2023-11-17T18:17:40","modified_gmt":"2023-11-18T00:17:40","slug":"villarreal-futuro-practicas-financieras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/villarreal-futuro-practicas-financieras\/","title":{"rendered":"As promessas do amanh\u00e3. C\u00e1lculos futuros nas pr\u00e1ticas financeiras de hoje."},"content":{"rendered":"<p class=\"has-drop-cap no-indent\">As previs\u00f5es do amanh\u00e3 moldam o presente. O futuro \u00e9 visualizado por meio do filtro de promessas e sonhos, mas tamb\u00e9m de medos e amea\u00e7as resultantes de interpreta\u00e7\u00f5es das experi\u00eancias pr\u00f3prias e alheias, e as expectativas do que o amanh\u00e3 reserva podem ser lidas nas pr\u00e1ticas financeiras atuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u00e9 surpreendente a pouca aten\u00e7\u00e3o dada ao exerc\u00edcio de examinar as expectativas econ\u00f4micas a partir de uma perspectiva antropol\u00f3gica. Como Jens Beckert (2016) mostra claramente, aqueles que ignoram o papel da incerteza real e das expectativas fict\u00edcias na din\u00e2mica do mercado n\u00e3o entendem a natureza do capitalismo. Pois, como diz o autor, as previs\u00f5es econ\u00f4micas s\u00e3o importantes n\u00e3o porque produzem os futuros que preveem, mas porque criam as expectativas que, por sua vez, geram a atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>Nada poderia ser mais adequado para descrever o momento atual, em que a pandemia fez com que o sistema econ\u00f4mico global travasse. \u00c9 dif\u00edcil para o mundo imaginar que isso tenha sido poss\u00edvel, como Latour (2020) corretamente afirma. As expectativas para esse futuro extremamente incerto geram confus\u00e3o, medo e desesperan\u00e7a, que, por sua vez, mobilizam, em n\u00e3o poucos casos, a gan\u00e2ncia e o oportunismo, mas tamb\u00e9m a a\u00e7\u00e3o coletiva e a resist\u00eancia. Os autores desta se\u00e7\u00e3o exploram esses imagin\u00e1rios. Eles trazem \u00e0 tona as vis\u00f5es de futuro, as expectativas e a resist\u00eancia de diferentes atores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua economia, destacando as maneiras pelas quais isso afeta suas pr\u00e1ticas financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>A problem\u00e1tica dos c\u00e1lculos futuros nas pr\u00e1ticas financeiras tem sido um tema recorrente no Semin\u00e1rio de Antropologia do Dinheiro e da Economia que organizamos no <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span> Oeste. Os artigos desta se\u00e7\u00e3o foram objeto de discuss\u00e3o e di\u00e1logo neste semin\u00e1rio; eles exploram imagin\u00e1rios do futuro de diferentes setores da sociedade no M\u00e9xico, Equador, Chile e Pa\u00eds Basco.<\/p>\n\n\n\n<p>Os documentos n\u00e3o apenas mostram as maneiras pelas quais os processos de financeiriza\u00e7\u00e3o v\u00eam se estabelecendo, com a preponder\u00e2ncia de vidas econ\u00f4micas quase que totalmente dependentes do dinheiro virtual proveniente de d\u00edvidas, mas tamb\u00e9m vemos pessoas construindo suas vidas em torno disso, fazendo todos os esfor\u00e7os para lutar por uma vida melhor ou, pelo menos, est\u00e1vel. Nesse processo, a economia \u00e9 amplamente mobilizada com base em d\u00edvidas, ou seja, o dinheiro que ainda n\u00e3o existe pode ser ativado no presente na expectativa de que se materialize no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Sayuri Gallardo, por exemplo, discute a vida econ\u00f4mica di\u00e1ria de fam\u00edlias de classe m\u00e9dia na Cidade do M\u00e9xico, fam\u00edlias que dependem em grande parte de um sal\u00e1rio, de uma pens\u00e3o, de uma pequena venda de gelatinas ou de um doce, mas, invariavelmente, de d\u00edvidas. D\u00edvidas que elas esperam poder pagar em um futuro pr\u00f3ximo com base em seu trabalho. Suas expectativas s\u00e3o baseadas na cren\u00e7a em um sistema que recompensa aqueles que trabalham com responsabilidade e persist\u00eancia. A interpreta\u00e7\u00e3o de seus infort\u00fanios tende a ser associada \u00e0 m\u00e1 sorte, a um erro ou a uma jogada ruim, embora alguns dos atores envolvidos no estudo neguem o sistema que os sufoca. A autora usa uma etnografia de longo prazo de cinco fam\u00edlias para analisar a financeiriza\u00e7\u00e3o da poupan\u00e7a e o impacto que isso teve sobre os sonhos e imagin\u00e1rios das fam\u00edlias para o futuro. Ela destaca a imposi\u00e7\u00e3o de um modelo de capitaliza\u00e7\u00e3o individual com a reforma do sistema previdenci\u00e1rio do <span class=\"small-caps\">imss<\/span> em 1997 e a cria\u00e7\u00e3o de poupan\u00e7a volunt\u00e1ria. Segundo a autora, as fam\u00edlias em quest\u00e3o enfrentam um conflito entre gastar e atender \u00e0s necessidades do presente ou poupar e se preparar para as vicissitudes do futuro. Ela explica que, nesse contexto, uma subjetividade neoliberal est\u00e1 ganhando terreno, exemplificada na figura do empreendedor aut\u00f4nomo, em que o indiv\u00edduo assume a responsabilidade de prover a velhice, a doen\u00e7a, o desemprego e a morte por meio da poupan\u00e7a, assumindo assim os direitos trabalhistas como metas individuais. Ao fornecer uma vis\u00e3o geral das diferentes fam\u00edlias estudadas, o autor consegue explicar os padr\u00f5es falhos na formula\u00e7\u00e3o de expectativas um tanto enganosas, mas predominantemente predominantes na sociedade mexicana.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste, os chilenos apresentados por Lorena P\u00e9rez Roa se sentem profundamente enganados pelas expectativas de que a educa\u00e7\u00e3o superior levar\u00e1 a empregos est\u00e1veis e bem remunerados. O ensino superior era visto como uma alavanca segura para a mobilidade social. Mas a magnitude das d\u00edvidas impag\u00e1veis que essas expectativas geraram \u00e9 objeto de indigna\u00e7\u00e3o e protesto. Marchas em massa e explos\u00f5es sociais foram violentamente reprimidas.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo explora as negocia\u00e7\u00f5es de casais de jovens adultos e profissionais em um contexto de alta press\u00e3o econ\u00f4mica causada pelo endividamento. Ele se baseia no pressuposto de que a aquisi\u00e7\u00e3o, os usos e as estrat\u00e9gias para o pagamento de d\u00edvidas s\u00e3o constru\u00eddos, discutidos e negociados nos relacionamentos de casais. Para tanto, com base na an\u00e1lise de 34 entrevistas semiestruturadas com jovens casais endividados, ela explora tr\u00eas tipos de negocia\u00e7\u00f5es, incluindo ajustes nos projetos futuros que os casais fazem dependendo da proje\u00e7\u00e3o de pagamento de seus compromissos assumidos. Assim como as fam\u00edlias estudadas por Gallardo e os bascos analisados por Aboitiz, para muitos chilenos o acesso ao cr\u00e9dito passou a funcionar como uma extens\u00e3o do sal\u00e1rio. No Chile, em 2020, a d\u00edvida das fam\u00edlias constitu\u00eda quase 75% da renda. Os informantes afirmam que fazem um \"ciclo\" de d\u00edvidas para conseguir pagar as contas. E como diz um dos manifestantes: \"violento \u00e9 contrair d\u00edvidas para continuar sobrevivendo\".<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse ponto que entram em a\u00e7\u00e3o as estruturas de calculabilidade, os limites socialmente constru\u00eddos dentro dos quais \u00e9 poss\u00edvel conjecturar, criar expectativas e fazer planos (Callon, 1998; Villarreal, 2008, 2010) com base nas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, envolvendo considera\u00e7\u00f5es de valor e conjecturas sobre poss\u00edveis custos - tanto sociais quanto monet\u00e1rios - bem como a probabilidade de sucesso ou fracasso.<a class=\"anota\" id=\"anota1\" data-footnote=\"1\">1<\/a> Essas estruturas delimitam as poss\u00edveis op\u00e7\u00f5es de previs\u00e3o econ\u00f4mica e financeira, desde a estimativa de sal\u00e1rios merecedores at\u00e9 o destino da renda, incluindo justificativas para as desigualdades na distribui\u00e7\u00e3o. Elas tamb\u00e9m ajudam a estruturar os fatores de acessibilidade e vulnerabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 que a pessoa esteja em posi\u00e7\u00e3o de escolher livremente entre uma s\u00e9rie de op\u00e7\u00f5es, como parece ser proposto em uma perspectiva de escolha racional (<em>perspectiva de escolha racional<\/em>). As decis\u00f5es est\u00e3o sujeitas \u00e0s restri\u00e7\u00f5es impostas pelas rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais, culturais e emocionais nas quais elas interagem.<\/p>\n\n\n\n<p>As pessoas recorrem a c\u00e1lculos ou \"estimativas\" do futuro pr\u00f3ximo e m\u00e9dio, e o delineamento das coordenadas para a a\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m leva em conta quest\u00f5es emocionais, como vergonha, medo e relut\u00e2ncia em \"demonstrar necessidade\", em conjunto com o acesso a informa\u00e7\u00f5es, a exist\u00eancia de la\u00e7os de confian\u00e7a e no\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a. A humilha\u00e7\u00e3o de pedir empr\u00e9stimos influencia a forma de suas pr\u00e1ticas financeiras. Isso pode aumentar seus custos de transa\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, restringir suas op\u00e7\u00f5es e horizontes.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso \u00e9 bem explicado no texto de Uzuri Aboitiz, que analisa os processos sociais gerados pela desindustrializa\u00e7\u00e3o na sociedade basca. Ele mostra que as pessoas n\u00e3o calculam apenas com base em ganhos e perdas monet\u00e1rias: \u00e0s vezes, elas respondem a uma necessidade imediata, \u00e0s vezes a uma emo\u00e7\u00e3o (alegria, medo, inseguran\u00e7a, por exemplo) ou simplesmente agem por impulso.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor toma o caso de uma cidade que era conhecida como \"pequena Manchester\" no Pa\u00eds Basco, onde o progresso material era um dos eixos centrais dos c\u00e1lculos dos pais. A sociedade que experimentou a do\u00e7ura da industrializa\u00e7\u00e3o e apostou que isso continuaria a lhes trazer bem-estar e riqueza, cai de um passado pr\u00f3spero para um presente prec\u00e1rio e um futuro incerto como resultado da desindustrializa\u00e7\u00e3o. O autor explica como as esperan\u00e7as est\u00e3o sendo reconfiguradas em face de um futuro de incerteza e imprevisibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>As aspira\u00e7\u00f5es de ascens\u00e3o dos pais evaporam nas expectativas de seus filhos, que simplesmente apostam em um lugar seguro e est\u00e1vel e se resignam a um futuro sem pens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cen\u00e1rio diferente \u00e9 apresentado por Maria Fernanda Sol\u00f3rzano, que penetra nas realidades daqueles que vivem nas profundezas da floresta amaz\u00f4nica e vivem em grande parte em uma economia de coleta sem desejo de acumula\u00e7\u00e3o. Em vez disso, suas expectativas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro s\u00e3o influenciadas pela necessidade de sustentar a vida espiritual da comunidade. <em>airo,<\/em> A natureza que os cerca e da qual suas chances de sobreviv\u00eancia dependem em grande parte. Para eles, \u00e9 importante proteger seu territ\u00f3rio, pois \u00e9 nele que se cristaliza a manifesta\u00e7\u00e3o do ser, do pensamento, das pr\u00e1ticas, da mem\u00f3ria, da espiritualidade e da economia dos sionas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os Siona come\u00e7aram a vivenciar o processo de monetariza\u00e7\u00e3o na d\u00e9cada de 1950. Eles ainda trocam peixe por panelas e carne por cartuchos de espingarda. O Summer Institute of Linguistics, que come\u00e7ou a recompens\u00e1-los por seu trabalho com dinheiro, tem um lugar de destaque na hist\u00f3ria dos Siona. Em seguida, a empresa chinesa Andes Petroleum d\u00e1 pequenos presentes em troca da permiss\u00e3o para extrair petr\u00f3leo em seu territ\u00f3rio. Ela lhes fornece algum dinheiro para a gasolina de seus barcos, para a compra de material para a confec\u00e7\u00e3o de suas roupas e promete dois ou tr\u00eas empregos assalariados para os Sionas, que preferem trabalhar por per\u00edodos curtos, apenas para atender a alguma necessidade importante ou, no caso deles, para comprar uma motocicleta para se transportar at\u00e9 a cidade mais pr\u00f3xima. Da mesma forma, eles rejeitam o emprego no cultivo de palma porque \u00e9 um trabalho di\u00e1rio que os impede de realizar trabalhos mais importantes, como ca\u00e7ar, pescar e plantar um pequeno peda\u00e7o de terra.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 interessante ver outra vers\u00e3o de resist\u00eancia ao trabalho assalariado, agora em Guadalajara, apresentada por Ducange M\u00e9dor. Em ambos os casos, trata-se de uma perspectiva diferente do emprego formal. Os informantes de M\u00e9dor, que s\u00e3o, como ele diz, de uma classe social nascida da industrializa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o particularmente contr\u00e1rios ao imperativo de fazer do trabalho o foco da vida. Eles consideram sem sentido dedicar a vida ao trabalho e se envolver em atividades de interesse e utilidade social. A maioria deles tamb\u00e9m tende a rejeitar a l\u00f3gica do capitalismo. Isso marca fortemente sua maneira de perceber o futuro e de enfrentar as incertezas. Eles argumentam que a certeza do trabalho \u00e9 uma fraqueza, pois sufoca a criatividade e afasta os problemas e desafios. O planejamento para um futuro de estabilidade \u00e9 incerto e tende a deixar de lado muitas coisas que se deseja priorizar. Um informante disse que teme a perspectiva de perder o contato com o mundo exterior. Afinal de contas, diz ele, alguma coisa vai sair.<\/p>\n\n\n\n<p>A cr\u00edtica \u00e0 l\u00f3gica capitalista do trabalho \u00e9 compartilhada nos casos estudados por Elizabeth Chaparro, mas eles tamb\u00e9m criticam o tipo de com\u00e9rcio e consumo, a especula\u00e7\u00e3o, a fetichiza\u00e7\u00e3o do dinheiro, a desigualdade social e a degrada\u00e7\u00e3o ambiental resultantes do mundo capitalista. A aposta \u00e9 que outro mundo \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor nos apresenta o mundo cotidiano daqueles que promovem e consomem a partir de hortas comunit\u00e1rias e caseiras, feiras de produtores agroecol\u00f3gicos, mercados locais, cooperativas de consumo e habita\u00e7\u00e3o, bancos de tempo, redes de troca e moedas alternativas. Apresenta um mapa interativo em que o leitor pode dimensionar o fen\u00f4meno em Guadalajara, identificando as diferentes iniciativas em sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e identificando sua especificidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A recente prolifera\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de iniciativas de economia alternativa em Guadalajara, diante da fragilidade em que vivemos atualmente, oferece um vislumbre de esperan\u00e7a. Novas expectativas est\u00e3o sendo constru\u00eddas, formas de organiza\u00e7\u00e3o social destinadas a gerenciar a satisfa\u00e7\u00e3o de necessidades fora dos mercados convencionais, nas quais se busca a constru\u00e7\u00e3o de comunidades, a possibilidade de autonomia e a recupera\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o apenas abre novos mundos, mas tamb\u00e9m novas economias e novas expectativas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Beckert, Jens (2016). <em>Imagined Futures. Fictional Expectations and Capitalist Dynamics. <\/em>Cambridge y Londres: Harvard University Press<em>.<\/em> https:\/\/doi.org\/10.4159\/9780674545878<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Callon, Michel (1998). <em>The Laws of the Markets<\/em>. Oxford: Blackwell.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Latour, Bruno (2020, 30 de marzo). \u201cImaginer les gestes-barri\u00e8res contre le retour \u00e0 la production d\u2019avant-crise\u201d.<em> aoc<\/em>. Recuperado de <em> https:\/\/aoc.media\/opinion\/2020\/03\/29\/imaginer-les-gestes-barrieres-contre-le-retour-a-la<\/em>, consultado el 22 de febrero de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Villarreal, Magdalena (2008). \u201cSacando cuentas: pr\u00e1cticas financieras y marcos de calculabilidad en el M\u00e9xico rural\u201d. <em>Cr\u00edtica en Desarrollo: Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales. Dossier La vida social de la econom\u00eda, <\/em>n\u00fam. 2, pp. 131-149.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2010). \u201cC\u00e1lculos financieros y fronteras sociales en una econom\u00eda de deuda y morralla\u201d. <em>Civitas. Revista de Ciencias Sociales, <\/em>vol. 10, n\u00fam 3, pp. 392-409. https:\/\/doi.org\/10.15448\/1984-7289.2010.3.8338<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"no-indent\"><em>Magdalena Villarreal<\/em> \u00e9 um m\u00e9dico <em>Cum Laude<\/em> em Antropologia pela Universidade de Wageningen, na Holanda. Professor S\u00eanior de Pesquisa C na <span class=\"small-caps\">ciesas<\/span> Oeste. <span class=\"small-caps\">sni<\/span> N\u00edvel <span class=\"small-caps\">iii<\/span>. Ele coordenou v\u00e1rios projetos de pesquisa e avalia\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es mexicanas e internacionais. Atualmente, ele est\u00e1 liderando um semin\u00e1rio internacional sobre dinheiro, economia e finan\u00e7as a partir de uma perspectiva antropol\u00f3gica, em coordena\u00e7\u00e3o com o Instituto de Dinheiro, Tecnologia e Inclus\u00e3o Financeira da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Irvine. Suas publica\u00e7\u00f5es incluem <em>Antropologia da d\u00edvida<\/em>,<em> Mulheres, finan\u00e7as e viol\u00eancia econ\u00f4mica nos bairros marginalizados de Guadalajara<\/em>, <em>Microfinan\u00e7as nos interst\u00edcios do desenvolvimento<\/em>o, <em>Malabarismo com moedas em contextos transfronteiri\u00e7os<\/em> e <em>Microfinanciamento, d\u00edvida e superendividamento<\/em>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O problema dos c\u00e1lculos futuros nas pr\u00e1ticas financeiras foi um tema recorrente no Semin\u00e1rio sobre Antropologia do Dinheiro e da Economia que organizamos no CIESAS Occidente. 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