{"id":29590,"date":"2018-03-21T11:55:28","date_gmt":"2018-03-21T11:55:28","guid":{"rendered":"https:\/\/encartesantropologicos.mx\/wordpress\/?p=29590"},"modified":"2023-11-17T19:15:33","modified_gmt":"2023-11-18T01:15:33","slug":"entre-los-giros-los-lugares-comunes-conceptuales-y-la-naturaleza-critica-de-la-antropologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/encartes.mx\/pt\/entre-los-giros-los-lugares-comunes-conceptuales-y-la-naturaleza-critica-de-la-antropologia\/","title":{"rendered":"Entre reviravoltas, lugares comuns conceituais e a natureza cr\u00edtica da antropologia"},"content":{"rendered":"<p class=\"no-indent translation-block\"><span class=\"dropcap\">E<\/span>A obra de Gustavo Lins Ribeiro analisa com realismo e precis\u00e3o conceitual o estado da antropologia como disciplina no cen\u00e1rio internacional e na realidade de alguns pa\u00edses metropolitanos euro-americanos, bem como de outros nas periferias da Europa e da Am\u00e9rica Latina, basicamente. Lembrando a ideia de Emmanuel Wallerstein sobre o deslocamento global para a direita, que hoje encontra no eixo Donald Trump-Vladimir Putin uma de suas express\u00f5es mais desalentadoras e consp\u00edcuas, bem como a recente situa\u00e7\u00e3o (fevereiro de 2017) da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Antropologia (ABA) sob ataque de pol\u00edticos conservadores e racistas, a obra \u00e9 um alerta para que os antrop\u00f3logos e as ci\u00eancias sociais em geral retornem ao papel essencialmente cr\u00edtico, reflexivo e de impacto social e pol\u00edtico que caracterizou nossa disciplina anos atr\u00e1s, quando liderou vanguardas filos\u00f3ficas, conceituais e pol\u00edticas frente \u00e0s ideologias racistas e evolucionistas das elites.<\/p>\n\n\n\n<p>Os problemas mencionados no artigo decorrem de mudan\u00e7as na pr\u00f3pria disciplina em face de outros modos de an\u00e1lise, como estudos culturais, p\u00f3s-coloniais, de g\u00eanero e de ci\u00eancia e tecnologia, que parecem ter se apropriado de conceitos como cultura e de uma aparente aplica\u00e7\u00e3o do conceito de cultura. <em>sui generis<\/em> da metodologia etnogr\u00e1fica, que, em termos de conhecimento p\u00fablico e modas intelectuais, parece estar em um momento de crescimento diante do aparente decl\u00ednio da antropologia como disciplina. Em outro n\u00edvel, ele tamb\u00e9m observa movimentos que atravessam esses processos e que podem ser identificados com a expans\u00e3o do capitalismo globalizado flex\u00edvel e sua l\u00f3gica cultural p\u00f3s-moderna,<a class=\"anota\" id=\"anota1\" data-footnote=\"1\">1<\/a> juntamente com situa\u00e7\u00f5es nacionais ou regionais que moldam as academias de maneiras idiossincr\u00e1ticas. A l\u00f3gica geral \u00e9 descrita em detalhes pelo autor, sintetizada na incr\u00edvel demanda, t\u00edpica do mercado, das corpora\u00e7\u00f5es e de uma feroz racionalidade utilitarista, por publica\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas, inclu\u00eddas em cat\u00e1logos internacionais de indexa\u00e7\u00e3o, geralmente anglo-americanos, e na redu\u00e7\u00e3o da qualidade acad\u00eamica ao n\u00famero frio e gritante - sem conte\u00fado ou alma - da produ\u00e7\u00e3o, independentemente da contribui\u00e7\u00e3o para o conhecimento particular e geral dos processos sociais, das pol\u00edticas ou do que quer que seja estudado. O que o autor chama de \"cultura de auditoria e produtivismo\" \u00e9 um dos males que afetam nosso modo antropol\u00f3gico de ser e de fazer, inserindo, como ele diz, a <em>ethos<\/em> Os processos que est\u00e3o no centro de nosso cora\u00e7\u00e3o acad\u00eamico. S\u00e3o processos que precisam ser identificados e denunciados para que sejam erradicados e substitu\u00eddos por formas mais humanas e comprometidas de trabalho intelectual.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, dentro das situa\u00e7\u00f5es nacionais, a da antropologia estadunidense, embora exer\u00e7a um dom\u00ednio simb\u00f3lico muito importante no resto do mundo, considero que as fontes intelectuais e sociopol\u00edticas das ci\u00eancias sociais em geral na Am\u00e9rica Latina t\u00eam ancoragens diferentes das de sua contraparte do norte. Identifico uma concep\u00e7\u00e3o cr\u00edtica latino-americana das rela\u00e7\u00f5es entre a academia e a sociedade que n\u00e3o existe na genealogia americana, onde a politiza\u00e7\u00e3o do conhecimento ou da vida universit\u00e1ria \u00e9 quase inexistente. E foi apenas recentemente, diante das pol\u00edticas reacion\u00e1rias do presidente Trump, que as universidades e a pr\u00f3pria Associa\u00e7\u00e3o Americana de Antropologia pediram que a antropologia interviesse nos debates sobre pol\u00edticas p\u00fablicas.<a class=\"anota\" id=\"anota2\" data-footnote=\"2\">2<\/a> A universidade p\u00fablica latino-americana, nesse sentido, tem desempenhado um papel muito ativo na gera\u00e7\u00e3o de intelectuais comprometidos com a sociedade, al\u00e9m do que as elites sociais e pol\u00edticas aceitaram como plaus\u00edvel. Assim, a Unam, no M\u00e9xico, a Universidade Nacional da Col\u00f4mbia, a Uba, na Argentina, ou a Universidade de San Marcos, em Lima, s\u00e3o exemplos importantes, entre muitos outros na regi\u00e3o, em que a cr\u00edtica cultural e pol\u00edtica \u00e9 parte inescap\u00e1vel do curr\u00edculo, mas tamb\u00e9m da <em>habitus<\/em> universidade.<a class=\"anota\" id=\"anota3\" data-footnote=\"3\">3<\/a> Apesar disso, as for\u00e7as globais do neoliberalismo est\u00e3o constantemente atacando as l\u00f3gicas acad\u00eamicas e seus princ\u00edpios de promo\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o de cursos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e agendas de pesquisa. E aqui podemos ver uma fissura pela qual essas concep\u00e7\u00f5es, bem apontadas por Lins Ribeiro, est\u00e3o escapando.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio mencionar que esses sistemas de universidades p\u00fablicas n\u00e3o existem nos Estados Unidos, raz\u00e3o pela qual eles t\u00eam grandes dificuldades cognitivas para entender outras l\u00f3gicas de organiza\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria e de compromisso pol\u00edtico com a sociedade. \u00c9 estranho, nesse sentido, que at\u00e9 mesmo renomados antrop\u00f3logos daquele pa\u00eds tenham dificuldades em compreender como se organiza a universidade p\u00fablica na Am\u00e9rica Latina, bem como ignorem, exceto para os poucos especialistas da regi\u00e3o, o espanhol e o portugu\u00eas como l\u00ednguas acad\u00eamicas e a produ\u00e7\u00e3o desenvolvida nessas l\u00ednguas.<a class=\"anota\" id=\"anota4\" data-footnote=\"4\">4<\/a> De muitas maneiras, o sistema acad\u00eamico dos EUA \u00e9 naturalizado internacionalmente de tal forma que aparece como a \u00fanica organiza\u00e7\u00e3o poss\u00edvel do conhecimento, e seus modos de produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica arrastam os outros com imensa for\u00e7a gravitacional. Isso gera, ao mesmo tempo, crit\u00e9rios de legitimidade do discurso acad\u00eamico em que outros modos de ret\u00f3rica, de organiza\u00e7\u00e3o de ideias e de gera\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-conceitual s\u00e3o relegados ou n\u00e3o s\u00e3o aceitos. Essa for\u00e7a gravitacional<a class=\"anota\" id=\"anota5\" data-footnote=\"5\">5<\/a> \u00e9, por sua vez, incorporado naquela tens\u00e3o clara e magnificamente retratada pelo autor em rela\u00e7\u00e3o ao pensamento nas ci\u00eancias sociais atualmente. Assim, no que podemos imaginar como um campo de for\u00e7as com dois polos, em um deles est\u00e3o as \"outras for\u00e7as\" do hiper-animismo, onde h\u00e1 uma fetichiza\u00e7\u00e3o quase viral de conceitos que adquirem uma ubiquidade excessiva, enquanto no outro domina a invas\u00e3o do capital em todos os espa\u00e7os. Essa \"mercantiliza\u00e7\u00e3o de tudo\", como ele diz, pode ser vista, a nosso ver, em uma cole\u00e7\u00e3o de termos que, em vez de conceitos claros e distintos, agora parecem funcionar como marcas libidinais das for\u00e7as da academia penetradas pela velocidade do \"novo\", que adquire massa cr\u00edtica como moda intelectual. Dessa forma, consideramos que se torna quase um imperativo categ\u00f3rico da moral e da \u00e9tica acad\u00eamicas trabalhar naquilo que integra as chamadas \"mudan\u00e7as\" ou \"viradas\", como o liter\u00e1rio, o p\u00f3s-humano, a p\u00f3s-pol\u00edtica, a p\u00f3s-verdade, o antropoceno, a teoria do ator-rede, a ontologia, a materialidade, a seculariza\u00e7\u00e3o, o desencantamento\/encantamento, entre os tropos mais difundidos.<a class=\"anota\" id=\"anota6\" data-footnote=\"6\">6<\/a> O mesmo acontece com os autores que prop\u00f5em ideias associadas a esses termos que, em vez de serem colegas de carne e osso, s\u00e3o constru\u00eddos no imagin\u00e1rio acad\u00eamico como fetiches que transferem a magia de seu carisma. Essa cole\u00e7\u00e3o de termos-pessoas-fetiches se baseia nas linhas de for\u00e7a da geopol\u00edtica acad\u00eamica e suas linguagens hegem\u00f4nicas de difus\u00e3o, e nem sempre agregam melhores perspectivas de an\u00e1lise ou temas que implicam conhecimento cr\u00edtico das realidades sociais. Assim, estamos testemunhando o que poder\u00edamos chamar de <em>lugares comuns conceituais<\/em> que precisam ser detectados e analisados com esp\u00edrito cr\u00edtico e consci\u00eancia geopol\u00edtica. \u00c9 preciso evitar que todo esse movimento de imposi\u00e7\u00e3o de agendas tem\u00e1ticas e conceituais desregrem a complexidade das rela\u00e7\u00f5es sociais, da pol\u00edtica, da economia e da cultura, achatando tudo sob r\u00f3tulos que anulam a hist\u00f3ria, a desigualdade e a opress\u00e3o, sem falar no racismo que est\u00e1 sendo imposto atualmente nessa guinada global \u00e0 direita, o que nos remete a discuss\u00f5es que tiveram origem na antropologia, especialmente no trabalho de Franz Boas e suas contribui\u00e7\u00f5es contra a no\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a e racismo. Esse parece ser um caso exemplar das cl\u00e1ssicas rela\u00e7\u00f5es culturais entre pureza e perigo dessas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XXI, em que os an\u00f4malos e contaminados s\u00e3o os mu\u00e7ulmanos e os imigrantes e h\u00e1 um senso comum como sistema cultural, alimentado pela ideologia do nacionalismo essencializante, que o abriga no terreno seguro e fechado da identidade.<a class=\"anota\" id=\"anota7\" data-footnote=\"7\">7<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Diante do anti-intelectualismo da pol\u00edtica contempor\u00e2nea mencionada pelo autor, em que o populismo e a tecnologia digital (a \"tela\" onipresente) s\u00e3o duas express\u00f5es que deslocam o valor da pesquisa e do pensamento cr\u00edtico, \u00e9 imperativo, como ele acrescenta, superar essa \"ilus\u00e3o pan\u00f3ptica e onisciente\" da Internet, que representa o \"capitalismo eletr\u00f4nico informal\" que permeia, mas tamb\u00e9m molda, nossas vidas contempor\u00e2neas. Assim, podemos sugerir que, quase fiel ao esp\u00edrito pioneiro do fil\u00f3sofo heterodoxo Jean Baudrillard e suas an\u00e1lises sociol\u00f3gicas e filos\u00f3ficas no in\u00edcio da Internet e da crescente digitaliza\u00e7\u00e3o da vida humana, a pesquisa sobre a Internet \u00e9 uma das mais importantes,<a class=\"anota\" id=\"anota8\" data-footnote=\"8\">8<\/a> Lins Ribeiro nos alerta para o atual estado de hiperespecializa\u00e7\u00e3o acad\u00eamica caracter\u00edstico da p\u00f3s-modernidade, que repudia de forma direta ou sutil o uso de conceitos gerais ou, poder\u00edamos dizer, a no\u00e7\u00e3o de totalidade. Tudo isso nos leva ao perigo da pequenez de pesquisas triviais que sofrem de despolitiza\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca, ou de mimetismo descontextualizado de problemas que dialeticamente surgem (e s\u00e3o significativos) em outras latitudes, e que s\u00e3o for\u00e7osamente aplicados a outras realidades sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Para recuperar a dimens\u00e3o cr\u00edtica da antropologia e sua reinser\u00e7\u00e3o na discuss\u00e3o de problemas p\u00fablicos, de agendas que recuperem os principais problemas que afetam a sociedade contempor\u00e2nea, \u00e9 necess\u00e1rio, conclui o autor, seguindo Claudio Lomnitz, colocar a etnografia \"no centro de nossos esfor\u00e7os para demonstrar a relev\u00e2ncia social e pol\u00edtica de nosso trabalho\". E como, acrescentamos, a antropologia permite essa poderosa opera\u00e7\u00e3o de <em>fazendo a etnografia filos\u00f3fica<\/em>,<a class=\"anota\" id=\"anota9\" data-footnote=\"9\">9<\/a> Ela gera uma perspectiva de an\u00e1lise social, hist\u00f3rica e cultural cuja riqueza e escopo possibilitam a reinser\u00e7\u00e3o em debates p\u00fablicos mais amplos, se estivermos confiantes na for\u00e7a de nosso trabalho. Al\u00e9m disso, a perspectiva intercultural, que contribui para questionar as garantias ilus\u00f3rias do sujeito aut\u00f4nomo ocidental e da racionalidade instrumental moderna <a class=\"anota\" id=\"anota10\" data-footnote=\"10\">10<\/a> implica uma ferramenta epistemol\u00f3gica e pol\u00edtica fundamental para os debates futuros.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, portanto, consideramos que as propostas de Lins Ribeiro representam um impulso encorajador para retomarmos o rumo da antropologia em geral e de seus m\u00faltiplos avatares nacionais-regionais. Isso nos levar\u00e1 a pensar e a realizar uma conex\u00e3o etnogr\u00e1fica mais aut\u00f4noma e respons\u00e1vel com os mundos sociais com os quais empreendemos as fascinantes jornadas de interconhecimento que sintetizam o esp\u00edrito e os objetivos do empreendimento antropol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Bartolom\u00e9, Miguel Alberto (2014). \u201cEl regreso de la barbarie. Una cr\u00edtica etnogr\u00e1fica a las ontolog\u00edas premodernas\u201d . <em>Publicar<\/em>, a\u00f1o XII, n\u00fam. XVI: 9-33.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Baudrillard, Jean (1983). \u201cEl \u00e9xtasis de la comunicaci\u00f3n\u201d, en Hal Foster (ed.) <em>La Posmodernidad<\/em>. Barcelona: Kair\u00f3s, pp.187-197.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Citro, Silvia y Mariana G\u00f3mez (2013). \u201cPerspectivismo, fenomenolog\u00eda cultural y etnograf\u00edas poscoloniales: intervenciones en un di\u00e1logo sobre las corporalidades\u201d. <em>Espa\u00e7o Amer\u00edndio<\/em>, vol. 7, n\u00fam.1: 253-286.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Douglas, Mary (1966). <em>Pureza y Peligro. Un an\u00e1lisis de los conceptos de contaminaci\u00f3n y tab\u00fa<\/em>. Madrid: Siglo XXI.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Garc\u00eda Canclini, N\u00e9stor (1992). <em>Culturas H\u00edbridas. Estrategias para entrar y salir de la modernidad<\/em>. Buenos Aires: Sudamericana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Gonz\u00e1lez-Abrisketa, Olatz y Susana Carro-Ripalda (2016). \u201cLa apertura ontol\u00f3gica de la antropolog\u00eda contempor\u00e1nea\u201d. <em>Revista de Dialectolog\u00eda y Tradiciones Populares<\/em>, vol. lXXI, n\u00fam. 1:101-128.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Harvey, David (1989). <em>The condition of Postmodernity. An Enquiry into the Origins of Cultural Change<\/em>. Cambridge y Oxford: Blackwell.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Holbraad, Martin y Axel Pedersen Morten (2014). \u201cThe Politics of Ontology. Theorizing the Contemporary\u201d. <em>Cultural Anthropology <\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/culanth.org\/fieldsights\/461-the-politics-of-ontology\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Jackson, Michael y Albert Piette (2015). <em>What is Existential Anthropology?<\/em> Nueva York y Oxford: Berghahn.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Jameson, Fredric (1984). <em>El posmodernismo o la l\u00f3gica cultural del capitalismo avanzado.<\/em> Buenos Aires: Paid\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">Mignolo, Walter D. (2000). <em>Local Histories \/ Global Designs. Coloniality, Subaltern Knowledges, and Border Thinking<\/em>. 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Una visi\u00f3n desde la Cruz del Sur\u201d. <em>Cuadernos. Instituto Nacional de Antropolog\u00eda y Pensamiento Latinoamericano <\/em>16: 191-204.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2003). \u201cFieldwork in the Fieldworld. Anthropological perspectives from the Southern Cross\u201d. <em>Nepantla. Views from the South<\/em>. 4 (1): 81-96.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2005). \u201cCuerpos y espacios plurales. Sobre la raz\u00f3n espacial de la pr\u00e1ctica antropol\u00f3gica\u201d. <em>Indiana<\/em> 22: 55-74.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 (2016). \u201cPerspectivismo amerindio: notas antropol\u00f3gicas desde una cr\u00edtica postcolonial\u201d, en Juan Mauricio Renold (comp.), <em>Religi\u00f3n, Ciencias Sociales y Humanidades<\/em>. Rosario: Editora unr.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"bibliography\" data-no-auto-translation=\"\">\u2014 y C\u00e9sar Ceriani Cernadas (2008). \u201cAntropolog\u00eda simb\u00f3lica: pasado y presente\u201d. <em>Relaciones de la Sociedad Argentina de Antropolog\u00eda<\/em> 32: 319-348.<\/p>\n\n\n<div class=\"notas invisible\" id=\"notas-fixed\"><br \/>\n<div class=\"nota invisible\" id=\"footnote1\">1 Para uma caracteriza\u00e7\u00e3o sociocultural e pol\u00edtica dessa l\u00f3gica cultural, consulte Fredric Jameson (1984), David Harvey (1989) e Garc\u00eda Canclini (1992). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote2\">2 Um exemplo s\u00e3o as colunas contundentes de Paul Stoller no <em>Huffington Post<\/em>por exemplo, a de 10\/11\/2016, intitulada \"Revisiting The Anthropology of Trump: Ethnography and the Power of Culture\" (Revisitando a antropologia de Trump: etnografia e o poder da cultura). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote3\">3 Para obter mais detalhes sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a academia latino-americana e a dimens\u00e3o sociopol\u00edtica do conhecimento, consulte Wright (2003). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote4\">4 Uma an\u00e1lise da economia pol\u00edtica dos idiomas acad\u00eamicos e da influ\u00eancia do ingl\u00eas no cen\u00e1rio internacional \u00e9 desenvolvida em Mignolo (2000: 217-312). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote5\">5 A ideia metaf\u00f3rica da gravidade e das rela\u00e7\u00f5es de poder foi sugerida pela primeira vez em Wright (1995). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote6\">6 Discuss\u00f5es interessantes de algumas dessas \"viradas\" podem ser encontradas, por exemplo, em Holbraad e Pedersen (2014), Ramos (2012), Bartolom\u00e9 (2014), Citro e G\u00f3mez (2013), Reynoso (2015), Wright (2016), Olatz Gonz\u00e1lez e Carro Ripalda (2016). Para uma s\u00edntese pouco conhecida que dialoga criativamente com correntes estruturalistas, p\u00f3s-estruturalistas, hermen\u00eauticas e fenomenol\u00f3gicas, consulte Jackson e Piette (2015). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote7\">7 Aqui est\u00e1 o trabalho cl\u00e1ssico de Mary Douglas, <em>Pureza e perigo<\/em> (1966), ainda \u00e9 um ponto de refer\u00eancia insuper\u00e1vel para entender esses processos de classifica\u00e7\u00e3o social e a bagagem ideol\u00f3gica que os sustenta. <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote8\">8 Por exemplo, em seu trabalho <em>O \u00eaxtase da comunica\u00e7\u00e3o <\/em>(1983). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote9\">9 Consulte Wright e Ceriani Cernadas (2008: 13). <\/div><\/p>\n<p><div class=\"nota invisible\" id=\"footnote10\">10 Nesse sentido, o trabalho de Luiz Eduardo Soares (1995) sobre o papel da antropologia nas discuss\u00f5es pol\u00edticas da modernidade \u00e9 muito sugestivo. <\/div><\/p>\n<p><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os problemas mencionados no trabalho [de Gustavo Lins Ribeiro] decorrem de mudan\u00e7as na pr\u00f3pria disciplina diante de outros modos de an\u00e1lise, como os estudos culturais, p\u00f3s-coloniais, de g\u00eanero e de ci\u00eancia e tecnologia, que parecem ter se apropriado de conceitos como cultura e de uma aplica\u00e7\u00e3o aparentemente sui generis da metodologia etnogr\u00e1fica, que, em termos de conhecimento p\u00fablico e modismos intelectuais, parecem estar em um momento de crescimento diante do aparente decl\u00ednio da antropologia como disciplina.<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[28,249,250],"coauthors":[551],"class_list":["post-29590","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-34","tag-antropologia","tag-critica","tag-universidades","personas-wright-pablo","numeros-217"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Entre los giros, los lugares comunes conceptuales y la naturaleza cr\u00edtica de la antropolog\u00eda &#8211; 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